4 Março,2008...1:20 pm
Consagração e Maldição Hereditária
Pergunta:
Estamos estudando sobre o tema maldição hereditária. Houve uma dúvida e gostaria de saber se vocês tem algum estudo sobre o assunto:
Uma criança que foi batizada e/ou consagrada num terreiro de macumba, candomblé e/ou lugares semelhantes por seus pais ou amigos. Esta criança está sujeita a ter manifestações espirituais como criança e adulta devido este ato de quem a levou? Ela tem que quebrar esta maldição? Isto tem haver com maldição hereditária? Ou a criança não paga jamais por este ato dos pais? - Beto - Juiz de Fora
Resposta:
Irmão, todos temos livre arbítrio e ninguém pode decidir sobre o destino de outro. Qualquer um que tenha sido consagrado a entidades malignas, pode a qualquer tempo mudar isso. Mesmo que tenha sido ele mesmo a consagrar-se. Isto para quem não é nascido do Espírito Santo.
Agora, para quem é nascido de novo, nascido do Espírito Santo, não há maldição alguma. Essa pessoa é um filho de Deus! Como pode um filho de Deus ter maldição hereditária?
Jesus se tornou maldito em nosso lugar, tomando sobre si todos os nossos pecados e maldições. Se, como novas criaturas, não temos mais maldições também não temos necessidade de fazermos cura interior, regressão intra-uterina, terapia de “vidas passadas”, etc. Tudo isso é engano satânico e heresia. “Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé. Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro), para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido” (Gl 3:10-14).
Que o Senhor lhe abençoe com pleno entendimento de que o inimigo não pode tocar num filho de Deus.
José Adelson de Noronha
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