Namoro Segundo a Vontade de Deus

Pergunta:

 

Pastor, gostaria de saber como reconhecer se o namoro é da vontade de Deus ou não, pois tenho muitas dúvidas em relação a isso. Eu sou evangélica, meu namorado também é, só que muitos falam que são as profecias que confirmam isso e não o coração. 

 

Como faço para ter a certeza se meu namoro é da vontade de Deus, eu só posso dizer que ele é uma benção, me respeita e sempre estamos meditando na Palavra de Deus para ter um namoro segundo a vontade de Deus.

 

Como posso descobrir isso pastor…. por que no namoro temos tantas dúvidas….. Cris

 

 

Resposta:

 

Cris, na Bíblia não existe a figura do namoro e Deus, em geral, não interfere em nossas  escolhas amorosas, a não ser quando há oração. Por isso, no namoro a vontade de Deus é uma só: a santidade dos namorados.

 

Se seu namoro é santo, Deus está contente. Não com o namoro em si, mas com cada um de vocês. Isso é o que interessa.

 

Também é da vontade de Deus que em todos os relacionamentos haja paz. E para que não haja discórdia no lar de vocês por causa do namoro, vocês precisam da bênção dos pais de ambos. Um namoro sem a bênção dos pais certamente provoca discórdia, divisão dentro do lar e aí sim, estará contra a vontade de Deus.

 

Outra coisa importante é que ambos possuam o temor de Deus no coração, que tenham os  mesmos princípios cristãos, que gostem dos mesmos ministérios na Igreja, pois sendo assim, ambos estarão juntos nos finais de semana.

 

Que o Senhor lhes abençoe e guarde.

 

José Adelson de Noronha

548 opiniões sobre “Namoro Segundo a Vontade de Deus”

  1. Cont. Enfim, teve vários episódios que me magoaram e ofenderam, se fosse relatar cada fato iria virar um livro de lamentações. Olha, se por um passe de mágica, ficasse livre de todos meus problemas emocionais, ainda assim teria problema de saúde, eu tenho problema sério de coração, é claro que iria ter mais qualidade de vida, mas não ficaria livre de remédios, entende? Meus problemas são complexos, vão além dos emocionais… Mas não estou me lamentando, só contando. Ontem eu percebi conversando com meu marido que quero me mudar logo, porque pelo menos a agonia do desconhecido vai passar logo… Na verdade agora já está quase que encima da hora como dizem. Meus pais estão com planos de “dois apaixonados”, rsrs Só rindo, meu pai disse que agora vai viver intensamente e vai viajar com a “gata”… Ri, mas briguei com ele, porque fica parecendo que eu fui só problema… ele me abraçou e disse que é milagre ele não ter ficado careca por minha causa… E disse que eu dei trabalho por 4… Poxa, ele falou brincando mas me deixou péssima, ele se referia aos meus acessos de mau humor, depressão, doenças, etc. Enfim, acho que já vou tarde, se me entende! Ele deve achar que agora o problema é do meu marido, ele que agüente a “mala sem alça”, como meu avô já disse. Bom, decidi que vou melhorar em tudo e ser muito boa esposa pra meu marido, porque ele é a pessoa que mais têm me ajudado e não se importa com a opinião dos outros. Aliás ele até briga com quem enche o saco. Infelizmente, nessa parte ele não parece cristão. Ele foi na casa dos pais dele pegar uns papeis (eu não volto a pisar lá nem me pagando) e encontrou com o primo dele, resumindo, os dois brigaram feio, e mais uma vez alguém teve de ir separá-los. Eu disse a ele que isso não é certo, mas ele não está nem aí, disse que é cristão, mas não tem sangue de barata… O lance do primo foi culpa desse cara mesmo, eu nunca olhei pra esse cara, imagina se iria dar bola pra um traste daqueles… Eu sempre fui fiel a meu marido e sempre serei, não sou do tipo vulgar não. Aliás, abomino qualquer tipo de traição… Bom, vou encerrar, ore por minha família e mudança (que está em cima). Ah, e eu não quis ser muito lamentosa não, desculpe. Na verdade poupei muito, não disse metade dos meus problemas em seu blog (não se assuste, não vou relatá-los). Que Deus o abençoe e o use para aconselhar as várias pessoas aflitas e desejosas de ter uma vida na presença de Deus. Eu estou cada dia me dedicando mais a Deus dentro do possível.

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  2. Pastor, obrigada por me responder… senti alívio em saber que fui perdoada por Deus. Minha intenção não foi transformar seu blog no muro das lamentações, por isso me perdoe. E só para constar, não fico me lamentando com todo mundo não, sei que isso é chato e ninguém suportaria ficar perto de mim. O que aconteceu é que navegando na internet me deparei com seu blog e percebi que as pessoas podiam fazer perguntas que o senhor respondia a cada um… Enfim, o senhor teve o azar de eu ter encontrado sem querer o seu blog e aí acabei abusando. Sua resposta foi muito oportuna, eu estou tentando perdoar todos meus ofensores (que são muitos, dá para fazer até lista). E vou tentar dar graças em tudo, porque na realidade é fácil agradecer a Deus quando tudo está perfeito, mas na adversidade é muito difícil. Mas o senhor tem razão: tenho um marido muito querido e que apesar dos defeitos, têm inúmeras qualidades, e tenho sorte de ter conseguido me casar mesmo não sendo como o senhor mencionou: prendada, saudável e forte… Mas meu marido não se importou com isso, ele enfrentou a família dele, e não se deixou influenciar…isso admiro muito nele, ele é convicto no que faz, não dá ouvidos a blábláblá… Aliás, ele é contra se aconselhar com pastor ou com qualquer pessoa, e é contra visita de pessoas da direção da igreja (pastor, obreiro, cooperador etc.). É dose, mas nisso ele não arreda o pé, e até me disse que cada um deve ficar no seu espaço, enfim, por isso não falei com nosso pastor… e não pense que é implicância contra o nosso pastor, isso é com qualquer pastor, cooperador etc. Ele não admite de nenhum modo, por isso recorri ao seu blog, ele ficaria sabendo se fosse falar com o pastor… Na verdade me responda uma coisa, sempre o tratei por pastor, mas o senhor é de fato? Poxa, eu comentei tanto por aqui e agora é que estou perguntando…abri minha vida e agora é que faço a pergunta… Estou aproveitando meus últimos instantes antes da mudança de cidade, para colocar minha vida em ordem, vou tentar melhorar em tudo, em ser boa esposa, boa cristã e vou tentar enterrar o passado. Mesmo que não dê para esquecer, afinal todos os psicólogos me disseram a mesma coisa: que o tratamento era para eu lidar melhor com tudo que passei, mas que eu não iria como num passe de mágica esquecer tudo, porque ninguém pode apagar a memória a não ser que tenha amnésia… Ou seja, dá para tentar suavizar os traumas, as lembranças, mas apagar da memória é impossível, isso seria mágica! Meu marido gosta de bancar meu psicólogo, ele conversa bastante comigo e disse que eu sou uma pessoa até muito “legal”, porque ele disse que várias pessoas depois de sofrer algum trauma pode se tornar rebelde… Eu rio dele bancar o sabichão, mas na verdade apesar de não ter ficado rebelde exteriormente, interiormente eu fiquei sim… Tive uma fase de acumular coisas negativas na minha mente, pensava só em coisas negativas, destrutivas e de certo modo coisas até mortais… Não sei explicar direito, se o senhor me achou muito “lamentosa” saiba que estou bem mais light que anos atrás… era a amargura em pessoa, acho que até podia contaminar quem chegasse perto de mim com minha negatividade, pessimismo e mágoas, tanto que tive uma fase de só conversar com meus pais e quando chegava visitinhas de tios, avós e primos, eu só dizia olá e “vazava”… Conversar era tormento para mim, queria ficar a sós com minha dor, vazio de alma e com meus pensamentos obscuros… Pensamentos de morte, pessimismo etc. Para piorar na adolescência eu era comparada a uma prima de minha idade: notas de escola, quem estava se dando melhor nos cursos, quem tinha mais amigos e paqueras… Quem fazia as comparações eram alguns tios e avós e a minha prima era a queridinha da família (aliás ainda é, ela não morreu). Então era um horror as reuniões de família, era nós duas sentarmos à mesa e as comparações começavam, ela adorava ser o centro das atenções, afinal ela era sempre o “exemplo” a ser seguido e não a “esquisita” (eu) da família. E quando ela arrumou um namorado (eles se casaram) foi pior, diziam que ela sim pensava no futuro , tinha arrumado um bom partido bonito e jovem, enfim, me torravam a paciência… Meu avô ficava me perguntando se eu não iria namorar alguém (ele dizia que tinha que “agarrar” um partido bem jovem porque depois de velha seria impossível… Eu nem tinha 18 anos quando ele dizia essas chatices. A prima levava o namorado nos almoços e ficava se exibindo, mal ela sabia que nessa época eu não tinha mais ilusões e sonhos… para mim era como se amor fosse só fingido e não existisse de verdade… Enfim, quando o senhor disse que tenho de perdoar, lembro de vários episódios chatos e humilhantes, porque ser comparada é ruim, hoje eu e essa prima nos cumprimentamos, mas não somos amigas, ela me olha com superioridade, se acha a tal com o marido… E ela me zoou quando comecei a namorar meu marido, dizia que todos iriam achar que eu era a filha dele… Eu raramente discutia, mas teve um dia que eu explodi e briguei, falei tanto que ela chegou a arregalar os olhos… depois disso nossa relação esfriou mais ainda… eu mandei ela às favas… As pessoas deveriam saber que comparar as pessoas traz conflitos e discórdias, e meus avós e tios infelizmente fizeram isso com nós duas. Ela sempre ganhava roupas, calçados, perfumes de meus avós e eu não… acho que eles achavam que eu não merecia nada, achavam que eu era um caso perdido. Nós duas casamos perto nas datas, o enxoval dela foi enorme, porque meus tios e avós sempre davam alguma coisa e eu era deixada de lado. Achavam que era rebeldia namorar meu marido (porque era viúvo e tinha filha). Só que meu pai gosta muito de meu marido e sempre aprovou (vai ver ele queria era se livrar de mim também, vai saber). Todo meu enxoval foi comprado pelos meus pais, porque se dependesse de alguém mais estaria ferrada.

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  3. Pastor
    tenho 17 anos comecei a namorar um garoto ha menos de um ano da mesma igreja que frequento, no começo do namoro tava tudo perfeito a gente orava junto, lia a palavra de Deus juntos ,louvava ele me aproximava de Deus
    Ate que um dia fomos assistir a um filme e acabamos trocando caricias depois nos arrependemos e mais do que nunca corremos em direção a Deus e oramos pedindo perdao mas depois de um tempo voltou a acontecer.. depois disso a nossa vida só foi piorando, mais pra mim pq ele as vezes falava q isso era normal so que eu nunca tive esse pensamento quando conheci a Jesus queria q a minha vida fosse perfeita diante dele principalmente o meu relacionamento ..mas nao foi isso q aconteceu . Eu participava do grupo de louvor da minha igreja e tive q me afastar daquilo q eu mais gostava de fazer q era louvar a Deus com minha vida.. eu comecei a namorar com o propósito de casamento mais nao achei q os planos seriam adiados tao bruscamente .. começamos as fazer os planos mas no final deu tudo errado cancelamos tudo por falta de condicoes e foi aí. q vi a minha vida acabando aos poucos minha mae jogando sobre mim eu seria igual a minha irma q saiu de casa aos 15 anos e eu nao tinha como fazer nada depois do casamento cancelado tivemos nossa primeira relacao eu nao tinha mais esperanca nem visao de um futuro direcionado e servindo a Deus. ai eu entrei em depressão so chorava nao queria saber de sair de casa e sentia q nao tinha mais perdao .. depois disso fomos morar juntos so que ate hoje nao conseguimos nos casar .. nesse tempo meu namorado me ajudou muito mesmo estando em pecado ele orava por mim.. pq eu nem consigo falar com Deus mais
    Só que tenho muitas duvidas nao sei se depois de casados Deus vai nos abencoar a gente tentou comecar tudo direito .. nao sei o que fazer pq parece que a gente e tao diferente as vezes sendo q a gente se dava super bem.. sera que o meu relacionamento com Deus sera restaurado depois .. sera que vou sentir a presença dele como sentia antes na minha vida e nas minhas orações eu nao sei o que eu faco pastor me ajuda

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  4. Pastor, hoje à noite (mais cedo), eu e meu marido fomos na igreja que congregamos e estudo que nosso pastor deu foi sobre romanos. Sobre aqueles versículos que falam que as mulheres mudaram a maneira de agir indo contra o natural e que os homens se inflamaram nas paixões uns com os outros cometendo abominação contra Deus. Me perdoe se estou meio confusa nas palavras, mas não sei os versículos de cabeça. Estou agora aproveitando que meu marido está resolvendo uns assuntos e olhando uns papéis com um de seus irmãos e vim aqui para comentar. A minha consciência pesou com o que ouvi e mais uma vez me bateu certa tristeza, aflição, um aperto no coração por ter cometido esse erro. Pastor, eu nunca fui lésbica, nunca me interessei por outras moças, mas diante da minha frustração do passado com um rapaz (outro erro enorme que paguei caro e me arrependo) eu fiz amizade com aquela garota. Na época que a conheci minha intenção era apenas amizade mesmo. Parece coisa do diabo, pastor, essa garota era extrovertida, pra frente, enquanto eu estava travada por causa da depressão, em tratamento para o transtorno do pânico noturno…enfim, eu estava fragilizada naquela época e ela se “apoderou” de mim. Estranho, que mesmo mantendo uma amizade doentia com ela, eu nunca senti prazer algum, nunca senti felicidade alguma, na verdade estava meio que amarrada, já que ela era a única amiga naquela época. E quando me afastei ela ficou parecendo possessa, possuída por uma coisa ruim mesmo. Me dá até arrepio isso, mas a verdade é que nunca deveria ter me aproximado dela. E antes que alguém pense que eu sou talvez enrustida ou bissexual eu digo com convicção que não sou. Eu gosto de homem mesmo, só passei por uma fase ruim e como estava meio desviada da igreja (ia, porque meu pai não me deixava ficar em casa sozinha) o Inimigo deve ter aproveitado meu momento de solidão, amargura, desespero etc. Pastor, eu também estou com outro problema, eu tenho medo de ter filho nesses dias atuais, sabe como é , os dias são ruins, os valores estão invertidos, e eu fico morrendo de medo de o filho ser mais dor de cabeça que alegria. A verdade é que por mim não teria filho nenhum, mas por incrível que pareça, mesmo meu marido já tendo uma filha, ele quer ter outro filho, ele quer ter um ou dois comigo. Eu já tentei convencê-lo a mudar de ideia, mas meu marido quando coloca uma coisa na cabeça é só Jesus na causa, é como uma mula empacada. O sonho dele é ter um “garotão”, pra fazer coisas de homem, segundo ele. Já consigo até visualizar ele transformando meu filho em uma cópia dele, machista e mandão…não sei se choro ou rio, sério. Pastor, aproveite e me responda se não ter filho nenhum é pecado… eu vou acabar tendo pelo menos um por causa de meu marido, mas quero sua opinião, pode ser sincero e falar o que pensa, está ok?
    Outra coisa que aproveito aqui é para dizer que conversei com meu pai e ele disse que eu mudar de cidade com meu marido vai ser o melhor. Poxa pastor, chorei muito, mas ele disse que eu não tenho escolha, que eu devo ir… Meu pai até parece que está de complô com meu marido, ele ás vezes é super parecido com meu marido no jeito de decidir as coisas. Mas sabe o que mais me deixou magoada? Meu marido pediu transferência e não me disse nada, só quando tudo estava já resolvido ele me contou e disse na maior “cara lavada” que não queria me preocupar e que fez isso para o meu bem. Essa é outra mania dele, achar que por ser mais velho ele sabe o que é melhor para mim… Desculpe o desabafo, pastor, mas eu queria que ele conversasse comigo antes de decidir as coisas, mas ele sempre resolve sozinho e do jeito dele e eu fico a ver navios, parecendo uma idiota. Eu acho que ele me vê como uma mulher que não sabe resolver nada, é irritante. Ele está resolvendo os últimos detalhes para a mudança e cada dia que passa e fica mais próxima minha despedida, fico pesarosa, tudo que me traz conforto e segurança à mente está aqui, é ruim ir pra longe sem conhecer ninguém. É claro que vou com meu marido, o homem que amo (estou reclamando dele aqui, mas amo esse cabeça-dura, fazer o quê) mas fico preocupada. Nesse sábado fui ao último ensaio do conjunto ou banda que fazia parte. Fui vocalista por um tempo razoável até, e mais uma vez banquei a “manteiga derretida” ao passar meu lugar para a moça que passou no teste. Aff, nunca pensei que sentiria tanta falta daqui, mas já estou com saudade antes de ter ido, dá pra entender? Meu sonho de ver a família de meu marido me aceitando também já morreu, lembra que falei que seria bom mesmo se fosse na despedida? Pois, é , mas isso não vai acontecer e nem sei se um dia isso vai chegar a acontecer. Mas a vida é assim mesmo, não dá pra ter tudo… O senhor acha que um dia a família dele pode vir a me aceitar um dia e gostar de mim? Diga sua opinião, pode ser sincero, não se preocupe, já ouvi tanta coisa nessa vida, que nada pode me surpreender. Ore pra que Deus perdoe meus pecados, e me responda também se o senhor acha que pelos erros do meu passado eu posso pagar pelo resto da vida e se o Inimigo tomou posse da minha vida… tenho pavor de pensar nisso. Eu me arrependi de tudo, mas tenho medo de não ser abençoada… Fica com Deus, pastor, eu prometo que vou tentar não escrever mais… eu sempre digo isso e volto, já estou passando por mentirosa…só Jesus. Obrigada por suas palavras, me ajudam muito.

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    1. Filha, graça e paz sejam multiplicadas em seu coração, em seu casamento e lar, hoje e sempre.

      Eu sempre vi em seus comentários, nas entrelinhas, confissões de pecados e mais do que isso: vi também um canal de escape das pressões que você estava passando, uma forma de liberar suas tensões emocionais. Você está perdoada e certamente que o Senhor Jesus já te perdoou de todos os seus pecados, porque Ele morreu na cruz para perdão de nossos pecados.

      Mas uma coisa você deve fazer, se quiser realmente melhorar desses males todos. Aliás, duas coisas:

      1) liberar perdão às pessoas que lhe ofenderam, desde a infância. Ore pedindo ao Espírito Santo que lhe revele quem está aí, escondido em seu coração e que você ainda guarda algum tipo de mágoa, mesmo que pequena. Muitas vezes é alguém que nós até já esquecemos dele, mas que no fundo ainda temos reservas em perdoar e abençoar. Não guarde mágoas, reservas em seu coração, pois é um veneno para a alma.

      2) Parar de ficar se lamentando e culpando as pessoas e começar a ser grata por tudo, mesmo as pequenas coisas. inclusive pelas coisas que não gostamos, como por exemplo, a disciplina. Na gratidão somos fortalecidos e abrimos espaço para Deus nos abençoar mais ainda.

      Dê glória a Deus por ter um marido que lhe ama e protege. Quantas lutas você passou por ter andado desprotegida?

      Dê glória a Deus por ter se casado. Quantas moças saudáveis e fortes, prendadas, não conseguem casar-se? Não têm um lar que possam chamar de seu?

      Dê glória a Deus por seu marido querer ter mais filhos, sendo que ele já tem filha moça? Quantos mulheres não estão desejosas de ter filhos, mas seus maridos são egoístas e pensam apenas em si mesmos e pensam que a mulher é apenas para seu próprio prazer?

      Dê glória a Deus por ter seu sustento garantido, podendo ficar em casa, não necessitando ter que sair de madrugada, como mulheres fazem para ajudar nas despesas da casa, enfrentando ônibus lotados, sendo abusadas no trajeto?

      Dê glórias a Deus em todas as coisas, filha, pois assim você será fortalecida e curada desses males. Abrão se fortalecia dando glórias a Deus. Davi se fortalecia cantando salmos. Paulo se fortalecia submetendo-se à ação do Espírito Santo.

      Você tem tudo para começar sua vida em novas bases. Depende de como irá agir daqui por diante. Se submeter-se à Palavra de Deus e obedecer, poderá construir sua vida sobre uma Rocha sólida, que nenhuma tempestade poderá abalar. Mas, se ficar apenas se lamentando, seu sofrimento poderá continuar lhe afetando o emocional, e, por consequência, o fisiológico.

      Quando chegar na cidade onde irá residir com seu marido, incetive-o a procurarem uma igreja onde congregar, para que comecem bem a sua nova vida. Procurem uma Igreja onde Jesus Cristo seja o centro das pregações, onde a Palavra seja pregada sem fermentos e heresias. Se tiver dúvidas a respeito de alguns pregações que tenha ouvido e que não lhe soram bem, me escreva que terei prazer em analisar junto com você.

      Procure também um médico para acompanhamento clínico e, se necessário, um psicólogo. Mas procure um que seja cristão, pois ele poderá ajudá-la nesse processo de libertação e crescimento.

      Eu oro para que o Senhor te fortaleça e lhe encha o coração de gozo e paz, não apenas agora, mas em toda a sua vida.

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  5. Voltei para agradecer o anônimo que deixou uma opinião sobre meu caso, seja quem for, Deus o abençoe, o que disse está certo de certo modo. E pastor, lembrei que na sua resposta o senhor mencionou a prima ajudante. Me espantei com sua memória, eu nem lembrava que tinha falado dela. Na verdade o senhor deve ter tido a intuição de que não iria dar certo e se pensou assim acertou. A intenção de meu marido foi me ajudar e ao mesmo tempo ajudar sua prima que passa por dificuldades financeiras. Essa mulher é casada com um homem sem muito estudo e seu trabalho é de salário mínimo, então ela é obrigada a trabalhar, já que não tem muito estudo também, não terminou o ensino médio, o que restou a ela de opção foi ser doméstica nas casas dos outros. Eu sempre a tratei com carinho, mas mais uma vez quebrei a cara, descobri que ela ficava reparando o que eu fazia ou deixava de fazer em casa e contava depois para o resto da família… Meu marido descobriu e disse que ela já pode ir arrumando outro trabalho. Ele está chateado com a família dele, e ele disse que se ver por exemplo o primo dele na frente ele não responde pelos seus atos… É pastor, realmente é melhor irmos embora mesmo, ele anda irritadíssimo com os parentes dele e fica dizendo que nunca imaginou que a família dele fosse tão mesquinha e ignorante. Ele anda super animado com a mudança, disse que aí sim vamos ter nossa vida, sem chatices e intromissões. Pastor, me corrija se estiver errada, o senhor acha que eu devo assumir a casa sozinha, certo? Quando li sua resposta fiquei na dúvida. Suas palavras me ajudam mais do que pode imaginar, as vezes não dá pra conversar com meu marido sobre certas coisas, eu evito falar da família dele por exemplo, sei que não é legal né? Agora vou te deixar em paz, o senhor deve estar traumatizado com meus comentários infinitos e chatos, mas me perdoe, é que as vezes fico sufocada e não tenho com quem falar. Fica com Deus.

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  6. Continuação: Meus pais oraram muito para que conseguisse ficar firme na igreja e a mudança de cidade daquela garota foi resposta delas (orações). Mais tarde fiquei sabendo que os pais dela tomaram tal decisão para afastá-la de mim, estavam aflitos com a postura agressiva da filha e na verdade mesmo não sendo crentes não eram a favor da homossexualidade da filha. Eu consegui me libertar desse sentimento ruim, pastor, mudei de vida, de postura e como falei antes, deixei de ter antipatia por rapazes. Entendi que não podia culpar todos os rapazes por uma coisa que foi cometida por três rapazes. Hoje posso garantir que amo muito meu marido apesar de todos seus extremismos (ele consegue ser muito carinhoso, protetor, enfim, demonstra que me ama e se preocupa comigo; por outro lado consegue ser machista, autoritário demais, a ponto de achar que devo ser submissa em tudo).
    Quando o senhor falou que devo aceitar a mudança e ir com meu marido e ser grata, porque ele queria me proteger, eu entendi que não havia olhado as coisas por esse lado. Na verdade só queria ver meu lado, queria continuar tendo meus pais ao meu alcance. O senhor também disse que seria bom para ter autonomia e crescer, ser mulher e deixar de ser “aquela garota de 22 anos”. A verdade é que o senhor está certo, só que ás vezes a verdade não é o que queríamos. Se a família de meu marido me respeitasse e tentassem parar de intrometer na minha vida, talvez meu marido não tivesse tomado essa decisão de pedir transferência…agora já foi, não tem mais volta. Meu marido ontem resolveu me dar uma “lição de casamento”. Começou dizendo que eu só o ouvisse, então ele disse que para ele casamento é pra toda vida e como ele levou a sério o primeiro casamento até a morte de sua esposa, assim ele levaria esse casamento comigo a sério. Disse que na verdade ele tinha de reconhecer que eu era muito nova em relação a ele e por isso ele queria dizer que esperava que eu também encarasse o casamento cristão como pra vida toda, até que a morte nos separe. Ele disse que estava dizendo isso porque eu era muito nova (23 anos mais nova) e ele disse que infelizmente têm muitas jovens que encaram o casamento como algo passageiro, pensando que se não gostar é só divorciar. Pastor, eu fiquei meio irritada com ele, ele falou, falou e falou, parecia que eu estava num curso de noivos. Eu disse que eu levava tudo à sério também, e falei que não gosto quando ele fala como se eu não fosse responsável. Ele então me abraçou e disse meio sério meio brincando que eu um dia antes do casamento tentei “fugir da raia” cancelando o casamento. Sabe, ele ficou meio magoado de eu ter tentado terminar o relacionamento . Eu disse que naquele dia estava muito nervosa, tensa, angustiada e que ele podia ficar tranquilo que eu iria levar o casamento a sério. Poxa, pastor, o que me irrita é que ele usa a minha idade pra ficar me dando sermão, é dose tem hora. Quando ele quer ele pode ser um amor, mas consegue ser chato quando quer. Ah, ele aproveitou para dizer que eu posso esquecer esse negócio de trabalhar fora, que eu vou ficar em casa, disse que o que ele ganha é suficiente para nós dois e para nosso futuro filho. E pastor, ele agora usa minha saúde em favor dele, diz que minha saúde é frágil e que é melhor não trabalhar fora. Olha, apesar da raiva que me dá nessas horas eu ás vezes rio muito dele, já pensou se todo doente tivesse que ficar em casa sem trabalhar fora?! Absurdo, mas já desanimei, ele não vai deixar, então ou eu o contrario nisso e terei muitos conflitos e brigas com ele, ou eu aceito ser dona de casa e tento viver em harmonia com ele. Como não consigo me impor com ele, eu não consigo bater de frente com ele, ele sempre me vence me argumentos (isso é frustrante), vou acabar sendo apenas dona de casa mesmo. Aliás, pastor, o senhor disse para eu ser a dona de casa depois da mudança… então acho que o senhor já captou pelo que eu falo de meu marido que ele não vai mudar de ideia em relação a isso. Fico me perguntando como pode um homem estudado, com pós-graduação ser tão machista e “homem das cavernas”… é impressionante. Pastor, vou encerrar por aqui, peço que ore por mim, pelo meu marido, pela nossa mudança e para Deus perdoar meus pecados. Ah, só mais uma coisinha,ontem minha sogra veio falar comigo, já que eu não fui à casa dela. Ela veio falar daquele episódio deprimente na casa dela, do primo de meu marido… Resumindo, depois que ela foi embora entendi de vez que o melhor é mesmo ir embora, mesmo que meu coração esteja pequeno e em pedaços… A família de meu marido nunca vai me aceitar, chorei muito depois que ela foi embora, meu marido tentou me consolar, mas a verdade é que fracassei na minha tentativa de convencê-la que eu não tive culpa e mesmo tentando explicar ela me cortou e disse que eu era uma vergonha, uma mancha na família e ficou do lado da mulher do sobrinho dela. Enfim, nada melhora, só piora, então, vou mesmo com meu marido e seja o que Deus quiser. Peço oração também pela minha saúde, tenho passado muito mal, deve ser estresse e todos esses problemas. Obrigada por tudo e Deus o abençoe e guarde sempre.

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  7. Pastor, eu falei que não o incomodaria mais, mas preciso fazer uma observação (o senhor deve até ter calafrios quando percebe que sou eu de novo, deve pensar “lá vem a chata de novo” ). Não sei se o senhor percebeu, mas tudo que escrevi foi com a intenção de fazer uma confissão de meus pecados. Li em um blog cristão de uma denominação diferente da minha que todo pecado deve ser confessado ao pastor e até mesmo publicamente dependendo do tipo do pecado. Bom, eu fiquei confusa e comecei a achar que todos meus problemas não têm fim porque nunca confessei meus pecados publicamente. Eu pedi perdão a Deus por ter namorado um cara incrédulo e depois por ter me envolvido com aquela “amiga”. Mas acontece que depois desses episódios minha vida é só problema. Comecei a achar então que de repente Deus não ouviu minha oração porque pensando bem, quem está em pecado está afastado de Deus, certo? Então como Deus vai ouvir uma oração de alguém que está afastado? Então tive a ideia de fazer minha confissão ao senhor, e de certo modo mesmo estando anônima, estou confessando publicamente. Tenho medo de pagar pelo resto da vida pelos meus erros, eu quero ter pelo menos um pouquinho de felicidade e a certeza de que Deus me perdoou. Olha só, eu tentei de todas as formas ser legal com a família de meu marido (sogros e enteada) e nada surtiu efeito. Fui educada, tentei ser amiga, tentei conquistá-los mas nada deu certo. O casamento que tanto sonhei ficou marcado pelo mico de desmaiar no final da cerimônia (aliás isso é mais que mico). E como se não bastasse na minha primeira noite com meu marido “amarelei” na hora H e agora, apesar de sempre ceder quando ele quer, eu não consigo ter nada de prazer. Ele me diz que eu o satisfaço muito e sempre diz algo do tipo depois da intimidade. Mas eu não consigo nenhuma satisfação no ato sexual, só nos beijos e carinhos. Minha saúde é um desastre, pareço uma farmácia ambulante, alguns remédios que tomo são tão fortes que minhas mãos ficam trêmulas. Então por isso tudo acho que não fui ouvida nas orações…
    Agora quero dizer que suas palavras foram ao meu coração, achei por um momento que o senhor não iria ler tudo e não me responderia, mas não só respondeu como me deu uma palavra de muita sabedoria. Irei fazer como o senhor me orientou, quando fazermos a mudança e ajeitar tudo, vou procurar uma igreja e seguir seus conselhos. Quanto a procurar um médico para tratar meus problemas físicos e emocionais, meu marido já falou sobre isso. Mas aqui vou confessar mais uma coisa: Tratar problemas emocionais é meio complicado. Eu já passei por psicólogos e só tive uma evolução no tratamento qdo meu pai resolveu procurar um psicólogo cristão. Alguns psicólogos não cristãos acabam indo contra os ensinamentos bíblicos e valores cristãos. Vou dar um exemplo: na época que tomei antipatia pelos rapazes pelo fato de ter sofrido abuso, eu fazia tratamento, o psicólogo me disse que era muito normal isso acontecer depois do que passei, até aí ele estava certo. Mas quando comecei a minha amizade com aquela garota e ela com o tempo passou a investir em mim, mesmo muito confusa rolou uma “coisa” entre nós que não era uma simples amizade comum entre garotas. Nessa época eu sofri muito, porque eu sabia que perante a Bíblia estava errada, mas a garota conseguia me envolver de certo modo e eu estava muito desiludida por ter sido traída pelo carinha que gostava muito. Quando falei com o psicólogo, falei que estava sofrendo, que queria que aquele sentimento confuso desaparecesse. Ele me disse que eu estava apenas conhecendo uma outra forma de relacionamento que era natural e ainda disse que talvez essa fosse a solução para parte de meus problemas. A sorte é que eu tenho um pai que sempre foi presente e sempre ele procurava saber o que o psicólogo falava comigo. Qdo ele soube disso ele me passou para outro psicólogo (esse era cristão e me ajudou muito). Na verdade o que me libertou de vez daquilo foi minha vontade de querer ser uma cristã de verdade e sair daquela vida que não estava me fazendo bem. E a “amiga” era muito possessiva e até agressiva ás vezes, chegando ao ponto de querer que minha atenção fosse só para ela e ela chegou a me dar até tapas na cara por me ver conversando com outras colegas. Enfim, ela infernizou o máximo minha vida e quando aconteceu aquilo naquela noite que já comentei anteriormente foi o ponto final, eu entendi que aquilo não era vida, não era amor, não era amizade e por isso senti nojo, repulsa a ponto de passar mal e depois chorar arrependida. Entendi que eu não queria aquilo para mim, e mais uma vez quem mais me ajudou foi meu pai. Ele foi amoroso, me abraçou e conversou muito comigo. E depois teve o papel da igreja, que sem dúvida me levou a ter relacionamentos saudáveis (amizades) e de acordo com a palavra de Deus.

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    1. Filha, que a paz do Senhor Jesus esteja em seu coração e em seu lar.

      Li com carinho todos os seus comentários, e não tenho muita coisa a dizer, além do que já lhe disse antes de casar-se.

      Você teve a opção de escolha: casar-se ou não! Escolheu casar-se. Agora não tem mais escolha. está casada e deve andar em acordo com seu marido, se quiser estar debaixo das bênçãos de Deus.

      Seu marido agora é o cabeça do casal e você é a sua auxiliadora para constituir uma família. Como auxiliadora, deve ser idônea, isto é, andar segundo os princípios de Deus.

      Seu marido está procurando protegê-la desses espinheiros familiares, ao decidir mudar de cidade. Isso é para o seu bem (e dele também). Aceite de bom grado, pois noutro ambiente, longe dos acusadores, vocês terão paz.

      Além disso, afastada um pouco dos seus pais, você terá oportunidade de crescer em autonomia e responsabilidade, já que, como filha única, tinha todas as facilidades domésticas, sem preocupação.

      Filha, agora é hora de realmente você confiar em Deus e mostrar que sua vida pode ser completamente nova. Lance fora esses medos e seja mulher e não mais ” a moça de 22 anos”, insegura, medrosa, acuada por acusadores. Seu marido quer protegê-la. Vá com ele. Seja a dona d acasa, pois lá você não precisará conviver a com a tal da prima arrumadeira.

      Estando lá, procure uma igreja onde congregar, Peça sempre orações a seu favor, do seu casamento, do seu marido. Não precisa explicitar o porque necessita das orações, pois o Senhor sabe. Mas peça que orem sempre por você, seu lar, seu marido. Busque a Deus também em casa, todos os dias, através da Palavra, da oração, da meditação e dos louvores.

      E, procure também um clínico geral que seja idôneo, para tratar de sua saúde física e emocional, para que dê conta de atender seu marido sexualmente, sem traumas e sem choro.

      Você está com uma oportunidade de ouro para glorificar a Deus, se entregar-se a Ele, sem reservas.

      Eu oro para que o Senhor lhe abençoe com paz no coração, com sabedoria para edificar sua casa e com um casamento feliz, duradouro e fecundo, em Nome de Jesus.

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  8. Continuação: Qdo fui pra perto de meu marido ele perguntou se eu estava bem, ele é super preocupado e até exagera nisso . Eu chamei ele pra ir embora, nós fomos. As palavras do primo dele ficaram na minha cabeça, eu chorei escondido. Esse cara só me tratou assim por causa do meu passado, se ele não soubesse talvez tivesse tido um pouco de respeito. Sabe, fiz uma pesquisa e cheguei a triste conclusão que muitos acham que uma mulher só sofre abuso por que usou roupas vulgares, ou porque provocou. Eu sei o que é o preconceito, infelizmente. Resumindo, porque já ta quase um livro: Teve outra reuniãozinha, não pude faltar porque meu marido é mandão e torrou minha paciência. Eu derramei suco na minha roupa e fui lá dentro da casa de meus sogros limpar minha roupa na cozinha. Esse primo de meu marido chegou por trás me puxou pra perto dele e disse que a gente tinha de marcar o tal encontro. Eu tentei me soltar, ele me beijou o pescoço e quando eu consegui me soltar dele horrorizada percebi a mulher dele parada na porta, o rosto vermelho, vi num borrão ela avançar no marido e dar o maior tapão na cara, eu quando percebi, tentei sair de fininho apavorada, ela me puxou e quando eu vi estava estatelada no chão. Ela é gordinha e alta, bem maior que eu, me deu tapas na cara, e sentou em cima de mim e puxou meu cabelos, me arranhou, depois de um tempinho o pessoal lá de fora percebeu a coisa e foi lá. Foi preciso umas três pessoas para tirar a mulher de cima de mim. Eu estava com uma dessas blusinhas de alcinha, ela puxou e rasgou a frente da minha blusa me deixando num estado deplorável e constrangedor. Ela me xingou de tudo quanto é nome e contou o que tinha visto. Meu marido se atracou com o primo e seus irmãos tiveram de ir separá-los. Foi uma baixaria, eu que nunca tinha vivido uma situação dessas estava morta de vergonha e pior, foi ver as mulheres indo pra perto da mulher e consolá-la. Eu fiquei parada num canto, petrificada estava tremendo toda e passei mal e desmaiei. Meu marido me levou pra casa e ele disse pra eu deitar que depois a gente conversava. Ele acreditou no que eu contei, graças a Deus, e me beijou super carinhoso e me disse que o primo dele sempre foi sem vergonha e que já tinha até visto ele com outras mulheres. Disse que apesar dele ser casado a mais de 20 anos não respeita a mulher. Agora minha sogra me ligou ontem pra marcar de conversar comigo… Já estou com medo, meu marido disse que eu não vou, que estou proibida de ir, mas minha sogra está insistindo… Não sei o que fazer… Meu marido pediu transferência e vamos nos mudar pra “fim de mundo”. É super longe, qdo ele me contou eu disse que não iria não, eu não queria ficar longe de meus pais. Mas ele disse que vamos sim e não tem volta, disse que tomou essa decisão porque a família dele está infernizando minha vida e ele disse que minha saúde está péssima (depois que casei já desmaiei 3 vezes) e ele disse que não iria permitir que ninguém me tratasse desse jeito e ele disse que o lugar é distante, mas que ele sabe que sozinhos vamos ter uma vida melhor e assim termos nossos filhos me paz. Ele disse que seria ótimo não ter ninguém dizendo que eu não presto, que sou muito nova pra ele, que não sei fazer nada direito… Ele me beijou e disse que já está decidido. Poxa, pastor, eu não queria ir, eu não queria ir pra um lugar longe de meus pais, mas ele não quer voltar atrás… Pastor, me dê uma palavra, e me perdoe por manter minha identidade em sigilo… Meu marido é ciumento, autoritário e não quero bater de frente com ele. Estou tentando ser uma boa esposa, apesar de que ninguém da família dele perceba meus esforços… Ore, pra que nossa mudança que vai ser logo se dê da melhor forma e pra que a família dele me aceite, mesmo que seja na hora da despedida (esse seria meu melhor presente e sonho). Desde já obrigada e me perdoe pela história que mais parece uma comédia dramática, aliás toda minha vida parece um piada de mal gosto…Não voltarei a incomodá-lo mais até porque eu tenho de conseguir resolver as coisas sozinha. Amo meu marido, mas ele é machista, mandão, e quer que eu seja submissa a ele em tudo, isso é complicado, viu… Tem tão pouco tempo que casei, mas já tenho várias frustrações com a família dele. Com meu marido apesar de tudo me entendo. Meu pai, outro machista e encrenqueiro acha que eu tenho de seguir meu marido mesmo que seja pra Marte… Enfim, acabou minha vidinha de ter meu pai sempre por perto… isso me deixa meio que apavorada, e pior nesse lugar não conheço ninguém… Me deixe uma resposta, por favor aqui e perdoe meu anonimato, mas isso é necessário, ta bom? Obrigada e Deus o abençoe sempre.

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    1. ACHO QUE VOCE DEVE SIM SEQUIR SEU MARIDO E PRINCIPALMENTE SAIR DI PERTO DE GENTE TAO SEM ESCRUPULOS E DE BAICHO CALAO
      A BIBLIA DIS QUE O MARIDO E A CABEÇA DA ESPOSA

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  9. Continuação: Na minha primeira noite,percebi que por mais que tivesse me preparado mentalmente para nossa primeira noite, eu não estava pronta. Até os beijos e carícias tudo estava bem, mas quando meu marido tentou ir além me bateu pânico, medo, tremi que nem vara verde… travei total e chorando disse que não iria conseguir… Ele foi paciente, me abraçou, mas eu disse que precisava de um tempo. Dormimos abraçados, mas sabia que ele estava frustrado, e eu morrendo de vergonha. Foi assim o início de meu casamento. Na segunda tentativa eu recuei de novo, ele então disse que eu estava pecando, que o cônjuge não tem o direito de negar ao outro sexo quando este deseja. Com muita tensão finalmente cedi. Ele foi carinhoso, até demorou nas preliminares, mas qdo ele realmente começou o ato, me veio na cabeça coisas horríveis, parecia que eu conseguia ouvir os xingamentos daqueles rapazes e tudo que tinham me feito. Eu disfarcei minha frustração, engoli minha decepção e cedi as coisas que ele quis (nada de degradante). O único problema é que ele gosta muito de sexo e ele não aceita não como resposta. Eu cedo sempre, não quero magoá-lo. Mas fico pensando, será que nunca isso vai ser melhor pra mim? Me responda pastor, se realmente é pecado negar sexo ao marido, porque ele diz que é. Pastor, fiz 22 anos em maio e meu marido está com 45 anos, mas ele tem muita saúde e disposição, eu o subestimei nessa área. Amo meu marido mas pra mim só beijos e abraços já seriam suficiente. Nas primeiras semanas depois do casamento, a família dele deu trégua. Mas teve depois o aniversário da sogra e tivemos de ir, porque ela é do tipo que emburra se um dos filhos falta. Foi aí que começou outro problema. As mulheres me olhavam de canto, chegaram a dizer que eu tinha que tomar vergonha na cara e parar de ser mimada e cuidar da casa sozinha, porque a primeira esposa de meu marido cuidava de tudo sozinha e nunca teve ajudante. Meu marido paga ajudante pra mim. Eles acham que eu sou fresca, fútil, criticam porque até pouco antes de casar não sabia sequer fazer pratos simples. As esposas dessa família tem até calos nas mãos de tão fissuradas em limpeza e os maridos parecem que acham que ser boa esposa é ser quase empregada do marido. Eu não fui criada assim, eu fui criada para ser uma profissional na área que formei, mas meu marido não quer ceder. Mas não vou desistir de tentar, a esperança é a última que deve morrer, a minha está quase acabando na verdade. Pastor, nessa reunião me senti horrível, porque ninguém lá me aceita, minha sogra me tratou educadamente, mas fria. Então, numa hora eu disse para meu marido que iria entrar um pouquinho por que estava com enxaqueca (tenho enxaqueca quase crônica). Eu me recostei no sofá da sala e fechei os olhos, todos estavam na área externa. Foi quando de repente senti um beijo na boca, pensei que era meu marido, mas era o primo dele que foi criado junto. Ele não é crente e é o problema da família. Eu o empurrei assustada e senti o cheiro de bebida (ele leva a própria bebida). Ele riu e disse que não resistiu, que eu era a vadia mais gostosa que tinha visto e começou a insinuar sobre meu passado. Eu saí de perto dele quase correndo, mas ele me puxou e disse que queria muito ficar comigo, que a gente podia combinar depois, que a esposa dele e meu marido não iriam ficar sabendo.

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  10. Continuação: Meu marido na época contou para o irmão mais velho dele que é o mais ligado a ele. Esse irmão contou para a esposa que achou que a filha de meu marido deveria saber. Meu marido me procurou, me abraçou e disse que me amava e que a decepção não era pelo fato de eu não ser virgem, mas pelo fato de ter escondido isso dele. Mas ele disse que eu era a mulher da vida dele e só me pediu para não esconder mais nada dele. Mas o que eu não esperava e quase morri de vergonha é de perceber que minha enteada e esposa do meu cunhado andou espalhando isso aos 4 cantos. Chorei e sofri muito, porque mais uma vez comecei a ser julgada, apontada etc. Dias antes de casar o irmão dele me disse tanta coisa ruim, ele acabou comigo, me chamou de vadia, disse que eu queria aquilo que aconteceu e disse que provavelmente as coisas fugiram de meu controle… ele disse coisas impublicáveis. Me chamou de dondoquinha, filhinha de papai, mimadinha e ainda disse que o irmão dele era louco de casar comigo. Ainda disse que eu era linda, mas que um rostinho e corpinho bonito era só o que eu tinha, disse que eu era uma linda embalagem sem conteúdo nenhum. E me comparou com a primeira esposa de meu marido, disse que ela era decente, sabia fazer as coisas direito( da casa, a família de meu marido acha que a mulher deve cuidar de tudo sozinha na casa) e disse que ela não tinha metade de minha beleza, mas que tinha uma coisa que eu não tinha: caráter, conteúdo, valores e me deixou no chinelo, fui tão humilhada por ele que até hoje tenho vergonha dele. Ele nunca pediu desculpas e meu marido disse para ele que ou ele me respeitasse ou infelizmente iria cortar relações com ele. A minha sogra e enteada infernizaram minha vida que me deixaram com os nervos em frangalhos. Na véspera do casamento eu falei com meu marido e disse que o amava mas que estava no meu limite, que não dava mais e disse que ele podia seguir com a vida dele e encontrar alguém do agrado da família dele. Alguém da idade dele, que soubesse lavar, cozinhar, cuidar da casa sozinha… alguém que fosse viúva ou solteira, que fosse completar ele de verdade, eu então expliquei que sabia cozinhar só o básico, que nunca fazia trabalhos domésticos, porque além de termos ajudante, minha mãe cuidava dos detalhes, minha prioridade sempre foi os estudos e que eu queria ser alguém na vida, falei que tinha me formado para ser uma boa profissional. Ele apesar de ter 2 cursos superiores e pós-graduação é super machista, autoritário e acha que lugar de mulher é em casa. Ele me ouviu calado, e eu terminei dizendo que se ele estava querendo casar comigo por causa do escândalo, de todo mundo estar me julgando, falando de mim, que ele podia ficar tranqüilo, eu assumiria que eu é que terminei a relação e que ele podia seguir a vida dele em paz. Eu disse isso rápido, gaguejando, para não fraquejar, meu coração estava partido. Eu entreguei o anel para ele, e disse que cada um podia fazer o que bem entendesse dali pra frente. Quando eu dei as costas ele me puxou pelo braço, me abraçou tão forte que quase me sufocou (ele é alto e fortão) me deu um beijo daqueles de tirar o fôlego de disse que mundo que se danasse , que eu era a garota da vida dele, ficou repetindo que me amava de verdade e colocou o anel de volta e disse para nunca mais dizer aquilo. Nos casamos, estava tão nervosa que depois da cerimônia desmaiei de tensão, pressão, e acredite: vergonha de todo mundo estar sabendo de tudo. Ninguém da família dele me abraçou ou ao menos me parabenizou, mas desde muito tempo percebi que na vida há mais espinhos que flores.

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  11. CONTINUAÇÃO: Meu pai me abraçou e disse que iria me ajudar, ele disse que eu tinha que me afastar dessa garota e me dedicar à igreja de verdade, me converter de verdade e ele disse que Deus perdoa qualquer pessoas arrependida. Ele disse que eu era uma garota linda, e que eu poderia ter uma vida melhor, que aquilo era abominação para Deus… Eu me afastei dessa garota, mas não foi fácil, ela me perseguia, me assediava na escola, chegou a me agarrar no banheiro dizendo que eu era dela… Sofri com isso, mas venci, consegui sair desse problema, ela se mudou de cidade com seus pais e me vi de vez livre dela e aí passei a me envolver de vez com a igreja. Algo mudou, eu parei de ter raiva dos rapazes, mesmo que ainda não tivesse vontade de namorá-los, mas já saía com a turminha (moças e rapazes da igreja). Já era um avanço. Mas não tinha mais sonhos românticos de conhecer um “príncipe”, eu tinha inveja da garotas da igreja que eram puras e tinham namorados, que se casavam… eu achava que isso era só para os outros, que eu nunca iria ter ninguém especial em minha vida. Foquei então nos estudos, fui para a universidade e continuei tentando ser mais crente, talvez mais dedicada à igreja e me envolvi com alguns ministérios da igreja… Era como terapia para mim.
    Um dia depois do culto um homem se aproximou de mim e conversou comigo. Disse que eu era linda, que gostava de meu comportamento e que já fazia um tempinho que estava de olho em mim. Eu me espantei, eu adquiri um complexo de inferioridade que nem psicólogo dava jeito. Eu então agradeci o elogio e resolvi fazer uma análise rápida ali, devia ter mais de 40 anos, mas era até atraente… Não foi amor à primeira vista, mas depois dele conversar com meu pai eu comecei a namorá-lo. Ele tinha 43 anos na época e eu 20 anos, ele era viúvo, tinha uma filha da minha idade ( o que gerou preconceito e críticas). Quando dei por mim estava apaixonada por ele, ele era super carinhoso e legal, mas eu imponha minhas regras, nosso namoro foi decente do início ao fim até nos casarmos. Só rolava beijos e abraços, nada de carícias (mesmo ele tentando de vez em quando bancar o espertinho eu cortava logo). Tudo ia bem e eu estava até começando a ficar feliz… Até conhecer a “abençoada” família dele. A sogrinha ficou o tempo todo repetindo que nem papagaio que eu era muito “menina”, que eu era muito bonita e podia sair com rapazes de minha idade… Meu marido na época surtou e discutiu com ela, disse que já era adulto e sabia o que estava fazendo. A filha dele nessa época já era casada (casou aos 19 anos) mas não foi com minha cara e disse poucas e boas pra mim. Mas com o tempo, mesmo eu não sendo o que eles queriam para ele, concordaram com o relacionamento. Nesse tempo, descobri um problema sério no coração, tive de fazer uma cirurgia de risco, fiquei na UTI, coloquei marca-passo e passei a tomar mais remédios, já que tomava antidepressivos, e remedi o para o transtorno do sono. Meu marido na época foi um amor, super dedicado e tal. Quando saí do hospital ficamos noivos, ele disse que não queria esperar muito para casar, que já estava na hora de deixar o relacionamento mais sério. Eu ainda estava meio fraca por isso ficamos noivos somente na presença de meus pais e dos dele e da filha acompanhada do marido. Eu tenho algumas restrições: não posso fazer atividades pesada, de modo nenhum posso pegar peso porque se não passo mal , essas restrições foram dadas pelo cardiologista e disse que se no resto da vida eu cuidar direitinho posso levar uma vida até legal. Mas ultimamente tenho passado muito mal, talvez devido a tantos problemas e estresse. Meu pai sempre disse que eu deveria contar sobre o abuso, mas eu tive vergonha, medo de ser mal compreendida. Então quando faltava poucos dias pra casarmos, meu pai contou tudo para ele. Quando eu soube isso eu surtei, chorei, briguei com meu pai… Mas ele já tinha contado.

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  12. CONTINUAÇÃO: Nessa mudança de cidade eu resolvi que nunca mais iria namorar um rapaz de novo e eu tomei antipatia extrema pelos rapazes. Era super normal eu ser paquerada e ser elogiada pelos rapazes, comecei a dar foras super grosseiros a todos, se pudesse ser dura com eles eu era… Mas muitas vezes meu objetivo era frustrado, porque muitos rapazes que levavam fora aí é que insistiam mesmo no meu pé (parece que eles achavam que era um desafio). Nesse tempo passei a fazer terapias, tratamento contra depressão, e o pior, eu que até ali era saudável desenvolvi mais problemas. Toda noite eu sentava na cama gritando, gemendo ou chorando , suando frio, taquicardia, tremores e o sentimento de pavor terrível. Era sempre meu pai que ia lá me confortar, me abraçava, as vezes ficava comigo até que voltasse a dormir… Esse tipo de episódio virou rotina, meu pai me levou em um especialista e fui diagnosticada depois de vários exames com uma síndrome do sono causado pela depressão,ansiedade generalizada e trauma (esse problema chama-se Terror Noturno ou ainda Pânico Noturno). Nunca tinha ouvido falar disso, passei a tomar remédios, mas não houve muita evolução, apenas houve uma diminuição das crises que antes eram todas as noites e depois era de 4 ou 5 vezes por semana (noite). Até hoje tenho esse problema, acho que vou conviver com isso até morrer, desanimei a esse respeito. Por causa disso deixei de ir em acampamentos da igreja porque tinha vergonha disso, a vez que eu arrisquei em ir, eu tive uma dessas crises e todas as garotas ficaram assustadas e eu morrendo de vergonha de ter acordado todo mundo. Fiz amizade então com uma garota, ela era legal e viramos quase carne e unha, inseparáveis e com ela eu não tinha vergonha de dormir, ela sabia desse problema do sono e reagia normal, não bancava a assustada. Quase todo final de semana eu ia dormir na casa dela, meus pais deixavam, de repente meu pai que sempre me podava de ficar saindo muito, fazia o contrário, tentava me empurrar pra sair, ele queria que eu saísse da depressão. Era normal dividirmos a mesma cama, a gente conversava até tarde, e ela até conseguia arrancar alguns risos de mim (era raro eu rir naquela época). Com o tempo sempre íamos dormir juntas ela passava o braço em minha cintura e dormíamos abraçadas…Ela era uma garota extrovertida, divertida, era o que eu não era (eu me achava chata, insegura, tímida e sentia raiva dos rapazes). Começou então a rolar uma coisa um tanto confusa para mim, na escola éramos inseparáveis, no curso à tarde também e frequentávamos a casa uma da outra, mas nunca rolava conversa de rapazes, eu e ela não o mencionávamos nunca. Eu fui super apaixonada por um rapaz não cristão e eu sabia que tinha errado nisso mas eu paguei caro e via ele em todos os outros rapazes. Um dia ela me surpreendeu com um beijo, eu fiquei confusa e me afastei. Isso voltou a acontecer de novo e dessa vez foi mais longo. Ela disse que eu era linda e que gostava muito de mim. Até que um dia dormíamos juntas em um final de semana e eu acordei sentindo que alguém mexia comigo. Senti uma boca colar na minha, logo em seguida minha parte de cima do pijama foi erguido e senti as mãos em meus seios e depois senti a mão debaixo de meu short me fazendo carícias. Estava tudo escuro, não dava pra ver nada… Por um tempo mesmo com o coração acelerado eu fiquei quieta, mas de repente algo mudou… Senti repulsa,nojo, vontade de vomitar, eu a empurrei levantei tropeçando no escuro e fui ao banheiro, me tranquei lá e vomitei horrores e depois eu chorei, pensei que nunca mais iria parar de chorar…Dentro do banheiro eu ajoelhei e pedi perdão à Deus, eu queria ir embora, mas era madrugada. Voltei ao quarto e minha amiga perguntou o que eu tinha, que eu estava pálida, ela tentou me abraçar e beijar de novo eu a empurrei e disse que nunca mais aquilo iria voltar a acontecer. Ela disse que isso era culpa da igreja, que eu tinha de me libertar das amarras da igreja, e ela disse que não iria desistir de mim, e disse meio possessiva que eu era a sua garota e de mais ninguém. Cedo fui embora e meu pai viu que eu não estava bem, ele me pressionou e eu aos prantos contei tudo. Eu disse que eu não prestava mesmo, que não sabia mais quem eu era, do que gostava, eu disse que queria voltar a ser como antes , mas que era pecadora, que queria morrer…

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