Dentro de pouco tempo, um governo cruel, perverso e totalitário, mas com um discurso impecável de paz, amor e fraternidade, tomará conta do planeta Terra. Nada pode impedir que isso aconteça. Os Estados Unidos, depois de um colapso repentino e misterioso, serão impotentes, um mero peão no desenrolar dos acontecimentos. Mas será que essa transformação será provocada pelos lendários Trilateralistas? Não! A conspiração é muito maior do que isso e poderosa demais para ser controlada pelos Trilateralistas.
Há muitos rumores alarmistas de que importantes líderes políticos de Washington estariam envolvidos numa conspiração para trair os interesses nacionais dos Estados Unidos. Esses homens, todos membros ou ex-membros da Comissão Trilateral e/ou do Conselho de Relações Exteriores (CFR, em inglês), estariam trabalhando lado a lado com certos líderes comunistas importantes numa conspiração internacional para estabelecer um governo mundial [...]. Não há dúvida de que esses relatos têm um fundo de verdade. Mas as pessoas invariavelmente exageram quando se referem aos Trilateralistas e ao pessoal do CFR, parecendo atribuir onisciência e onipotência aos “internacionalistas”.
De fato, membros de várias organizações políticas importantes, tanto nos EUA como no exterior, fazem parte de uma conspiração internacional para estabelecer um governo mundial. Mas será que isso é tão ruim assim? De que outra forma pode haver uma paz mundial justa e duradoura? Com certeza, um governo mundial não seria considerado algo ruim, mas sim a maior esperança de se evitar um holocausto nuclear. Porém, muitos argumentam que esse governo só poderia ser estabelecido através do sacrifício de liberdades preciosas para o Ocidente [...].
Em vários de seus livros, H. G. Wells parece ter previsto com precisão assustadora os passos que levarão ao surgimento do futuro governo mundial. Embora defendesse um socialismo internacional benevolente, ele não tinha ilusões com relação ao Comunismo, que rejeitou com estas palavras:
Na prática, vemos que o Marxismo [...] recorre a atividades perniciosamente destrutivas e [...] é praticamente impotente diante de dificuldades materiais. Na Rússia, onde [...] o Marxismo foi testado [...] a cada ano fica mais claro que o Marxismo e o Comunismo são desvios que se afastam do caminho do progresso humano [...]. O principal erro dessa teoria é a suposição simplista de que pessoas em situação de desvantagem se sentirão compelidas a fazer algo mais do que a mera manifestação caótica e destrutiva de seu ressentimento [...]. Nós rejeitamos [...] a fé ilusória nesse gigante mágico, o Proletariado, que irá ditar, organizar, restaurar e criar [...].
Em vez disso, Wells previu que a nova ordem mundial estaria nas mãos de “uma elite de pessoas inteligentes e com um pensamento religioso”. A religião desses conspiradores sinceros, que Wells explicou e confessou seguir, é exatamente o que a Bíblia descreve como a religião do futuro Anticristo! Mas poucas pessoas perceberão isso, pois todos estarão muito empenhados em salvar o mundo do holocausto nuclear. Seus objetivos serão tão sinceros e parecerão tão lógicos: uma paz genuína e duradoura só pode ser obtida através do controle mundial sobre os interesses nacionalistas que, de outra forma, geram disputas por territórios, recursos, riqueza e poder, provocando guerras para atingir seus objetivos [...].
Criado pela mãe para ser evangélico, Wells tornou-se um apóstata inimigo de Cristo. Amigo íntimo de T. H. Huxley, Wells era ateu e ávido evolucionista. Porém, tinha uma religião, uma crença de que uma elite de homens-deuses evoluiria no tempo oportuno, “tomaria o mundo em suas mãos e criaria uma ordem racional”. O mundo seria transformado através dessa religião apóstata. Duvido que Wells soubesse que estava profetizando o cumprimento de uma profecia bíblica: “Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição”. Entretanto, Wells parecia saber que isso não aconteceria em sua geração, mas ocorreria provavelmente na seguinte:
Para a minha geração, desempenhar o papel de João Batista deve ser a maior ambição. Podemos proclamar e revelar o advento de uma nova fase da fé e do esforço humano. Podemos indicar o caminho cuja descoberta tem sido o trabalho de nossa vida [...]. Aqui – dizemos – está a base para um mundo novo.

A idéia de um governo mundial está em circulação há muito tempo. A novidade hoje é o fato de que quase todo mundo está chegando à mesma conclusão e, no desespero do momento, milhões de pessoas estão fazendo algo a respeito [...]. Como H. G. Wells previu, a “conspiração” agora se tornou um movimento evidente que envolve centenas de milhões de “crentes”. A maioria desses “conspiradores declarados”, como Wells profetizou, tem em mente uma unidade mundial baseada mais no relacionamento interpessoal do que propriamente num governo, como querem os internacionalistas. A maior demonstração de que isso já é totalmente possível são as redes formadas por milhares de grupos de cidadãos comuns trabalhando em conjunto, no mundo inteiro, no novo e poderoso movimento pela paz. Isso também parece ter sido previsto por Wells, que escreveu: “O que estamos procurando alcançar é a síntese, e esse esforço comunal é a aventura da humanidade”.
Alguma coisa importante está tomando forma – um imenso e crescente movimento popular cujo caráter é mais religioso do que político, embora não no sentido comum da palavra. É uma nova espiritualidade, um misticismo grande demais para ser confinado nos limites estreitos de qualquer religião.
O Dr. Fritjov Capra, brilhante físico-pesquisador da Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou:
Vivemos hoje num mundo interconectado globalmente [...] que requer uma perspectiva ecológica [...] uma nova visão da realidade, uma transformação fundamental das nossas idéias, percepções e valores [...].
É interessante o que H. G. Wells declarou, ao escrever sobre a “conspiração declarada” que acabaria por estabelecer a nova ordem mundial: “Esta é a minha religião [...] a verdade e o caminho da salvação [...]. Ela já está se desenvolvendo em muitas mentes [...] uma imensa e esperançosa revolução na vida humana [...]”.
Existem evidências suficientes de que o que Wells previu está finalmente acontecendo. Isso não é obra do acaso e já está grande demais para ser controlado pelos Trilateralistas [...].
Estamos diante não só de um futuro governo mundial, mas também de uma futura religião mundial. Na era espacial, ela precisará ter o aval da ciência. Mas que religião seria essa? Não é preciso ser nenhum gênio para perceber que, se a Bíblia chama seu líder de Anticristo, então ela tem que ser anticristã. Entretanto, o próprio Senhor Jesus avisou que esse homem fingiria ser o Cristo e que seu disfarce seria tão astuto e convincente que enganaria “se possível, os próprios eleitos”. (Dave Hunt, The Berean Call – http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2009.
Fonte: www.chamada.com.br
http://www.chamada.com.br/mensagens/governo_mundial.html

3 Comentários
11 Novembro,2009 às 7:16 pm
Вечер добрый. Вот меня, как консультанта из Белорусии, беспокоит вопрос о отношении к нам, так сказать к тем, кто только начинает свою карьеру… Ходят слухи, что в других странах накануне праздников, консультантов поздравляют, дарят подарки, а не обходятся банальной открыткой, как это делается у нас… Ведь это же бесспорно и приятно и понимаешь, что тебя хоть немного, но уважают. Расскажите, как у Вас с этим?
22 Junho,2009 às 11:56 am
A FACE “CAPETALISTA” DO PROTESTANTISMO
Apesar de muitos definirem o protestantismo, no Brasil, como alguma coisa messiânica ou uma profecia consumada, o pano de fundo dessa corrente religiosa esconde a voracidade do imperialismo ianque (Estados Unidos e Grã-Bretanha), em transculturar os povos de credos diferentes. Quanto mais esses dois países inculcarem nas demais nações o espírito protestante, maior será o número de “igualados” a se identificarem e absorverem a ideologia ianque. Noutras palavras: cada elemento que se “converte”, consciente ou inconscientemente, “é um esterco que está adubando a erva daninha semeada por esse império internacionalista”. E o pior: as criaturas manipuladas não se dão conta de que estão servindo de vetor de propagação para uma peste mundial. Durante a ditadura militar, entidades como o IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática) teriam recebido milhões de dólares para investir na manipulação da consciência nacional, tendo como principal agente as seitas oriundas dos Estados Unidos.
Ao longo desse período totalitário, bastava surgir uma liderança popular, progressista, para que a mesma fosse enquadrada na Lei de Segurança Nacional. Se o trabalho de conscientização fosse pregado no campo, o crime seria tipificado de: “Incitação a camponeses”. Igual punição não era aplicada a padres e/ou pastores que usurpavam e encabrestavam seus sequazes. Óbvio, ao sistema opressor, é utilíssimo alguém que o ajude a controlar a massa subjugada, porém, é por demais pernicioso e ameaçador quem tentar retirar as amarras da mesma.
Organicamente, a hierarquia dentro das facções evangélicas, embora informalmente, reproduz, de certo modo, a pirâmide verificada nos quartéis. Ou por que não dizer: a estrutura do estrato social. Numa corporação militar, o posto, o qual ninguém gostaria de exercê-lo, seria o de recruta. Entretanto, como pessoas pobres mal escoladas não têm muitas opções, a função de soldado acaba sendo atraída pela ralé, até por uma questão de sobrevivência desta. Uma vez constituída a base, de suas proporções suscitam as graduações verticalmente superiores. Exemplo: para cada efetivo de 100 praças, urge a
necessidade de 8 cabos, 4 sargentos 2 tenentes e assim sucessivamente. Como sargento e tenente (acesso ao oficialato) já detêm cargo de mando, o ingresso a ambos não exige a via-crucis pela qual deve passar um recruta. A seleção dos dois é feita mais pela via intelectual do que pelo tirocínio penoso. Pois presume-se serem seus postulantes mais bem qualificados; perfil abundante nas classes sociais mais aquinhoadas.
Assim sendo, por vezes, a vitória ou derrota de uma batalha depende mais da versão dada por aqueles que têm vez e voz – os graduados – e menos das baixas de um lado e outro. Apesar de ser o soldado o combatente que prova das agruras do front.
Nas seitas protestantes, igualmente, à medida que a comunidade, inicialmente composta pela escória, incha, vai-se tornando uma clientela atrativa para as mais diversas corjas de exploradores (numa relação presa/predador): ícones da mídia, vendedores de motivos religiosos, cantores, escritores, políticos inescrupulosos etc. De tal modo que, investir numa comunidade cativa é um negócio, até então, seguro; graças à fidelidade imposta pelo pastor às suas ovelhas a tudo que diz respeito à doutrina apregoada. Só para ilustrar, um caso típico: alguém tentou a vida como “cantor mundano”, mas não logrou êxito. Então, ele se converte em um cantor evangélico. Suas probabilidades de sucesso passam a ser imensas, já que o mesmo vai vender sua pandorga (música chula) a uma clientela que considera divino tudo o que sai da boca daquele “canteiro”. Esse método de recrutar clientes, “isolando-os” do mundo (marketing fechado), é aplicado
por empresas como a estadunidense AMWAY.
A propósito, em período eleitoral, os candidatos investem maciçamente, aliciando os pastores, pois subentende-se que os templos evangélicos ainda são currais eleitorais, cujo cabresto está na mão do seu dirigente espiritual. E isso parece ter um fundo de verdade, porque se não houvesse o retorno esperado, o político não iria aplicar seu dinheiro em vão. E para reforçarem o “recado divino”, os reverendos ainda invocam Mateus 7:6 “Irmãos, não dêem vossas pérolas aos porcos; povo santo deve votar somente em candidatos revelados por Deus!” Tamanha incoerência peculiar aos hipócritas mais descarados! Percebendo se tratar de uma exploração politiqueira em nome de Deus, o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça-STJ, Nilson Naves, em entrevista, sugeriu que o parlamento criasse um instrumento legal capaz de frear a enxurrada de pastores ao poder político, em detrimento das outras lideranças da sociedade civil desprovidas de uma máquina de manipulação dessa ordem. -Ora, se creio em um Deus onipotente, por que eu tenho de recorrer a recursos mundanos (como dinheiro, política, medicamentos) para solucionar os meus simplórios problemas existenciais?! É uma forma indireta de negar a fé professada. Isso seria como afirmar: eu resido em um conjunto de 4 unidades habitacionais – não moro na residência 1 nem na 2 nem na 4 – por exclusão habito na casa 3. Ou por inclusão direta: resido na moradia 3! O caso anterior de fé de araque é análoga à de um certo papa, quando encenou enfrentar a gripe espalhola:
“Porque, para a maioria das pessoas, uma epidemia ou seja, o surto de uma doença infecciosa era um castigo divino, que vinha diretamente do céu ou, quem sabe, do inferno. Por isso, no auge da epidemia da peste, o papa Clemente VI conclamou os fiéis de toda parte a pedir clemência em Roma. Acredita-se que 1,2 milhão de peregrinos tenham atendido ao pedido, informa o epidemiologista Afonso Dinis Costa Passos, professor da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto. Mas, no meio do caminho, nove em cada dez pessoas caíram mortos. Quem chegou em Roma, por sua vez, não viu o papa, que preferiu ficar encarcerado, com medo de se transformar em mais uma vítima.”
A exemplo das casernas, a imagem próspera e positiva dos “convertidos” passa a ser publicamente impingida como algo comum ao rebanho inteiro. Por quê? Porque os membros que têm vez e voz de falar em nome da congregação são os privilegiados , os quais vivem de usurpar a “receita” arrancada da base majoritária e cega. Vale ressaltar que tais figuras notáveis são por demais bem vindas à comunidade e, muitas vezes, até mesmo cooptadas pelas lideranças. Haja vista que, se por uma lado elas sugam os seus pares, por outro, as mesmas servem de garotos-propaganda à seita. Há situações também, quando as ovelhas inferiores aparecem dando testemunhos, porém, não raramente, são pagas para isso.
Atualmente, com a onda da Doutrina da Prosperidade (JE$U$ é REAL, Templo é Dinheiro, Pequenas Igrejas Grandes Negócios, JE$U$ com CIFRÃO), sempre que surge um segmento significativo dentro da sociedade, logo aparece um heresiarca (fundador de seita falsa) para criar uma igreja capaz de arrebanhar e explorar o filão de mercado representado por aqueles dizimistas, em potencial, ainda sem rebanho. Para alguns estudiosos, tal prática protestante seria uma herança da Igreja Católica; consta que São Benedito e Nossa Senhora Aparecida teriam sido “pintados” de preto para que a comunidade negra se sentisse representada dentro do catolicismo e assim se debandassem dos ritos candomblecistas/umbandistas. Os métodos para arrancar dízimos e ofertas dos cativos da fé são os mais diversos: carnês mensais, depósito em conta corrente, campanhas arrecadatórias para um determinado fim etc. Na maioria dessas igrejas, no ato de catar o dízimo, o pregador põe um cântico relaxante, deixando o ofertante em estado de entrega total. Em outros templos, o missionário submete os fiéis a constrangimento: “Apresente sua oferta ao Senhor Jesus, irmão!” E todos são obrigados a exibir à assembléia o valor do dízimo a ser ofertado. Essa tática tem como objetivo induzir uma competição entre os doadores; ninguém quer ser visto como um ofertante mesquinho, claro! A contrapartida: aquisição de terreno no céu, recebimento de uma graça especial, promessa de ficar milionário (somente àqueles que se despojarem de todos os seus bens em prol da igreja). O contra-censo: a venda de indulgências, por parte da igreja católica, foi um dos pretextos que levou Martinho Lutero a promover o racha contra o domínio papal ou Reforma, como ficou conhecida. Agora vimos as seitas de Lutero cometendo os mesmos erros. Então vem-nos a indagação: o cisma dos protestantes foi para moralizar ou para abocanhar o rico “mercado” outrora monopolizado pela igreja romana?
Durante o 2º semestre de 2.005, a Câmara Federal esteve envolta por CPI’s, com fins de apurar casos de roubalheiras sem precedentes, na história da República, cujos protagonistas foram os próprios pares daquela Cada Legislativa que tinham como comparsas alguns empresários inescrupulosos. Aproveitando aquela “cortina de fumaça”, nos aeroportos, pastores-políticos também foram flagrados atravessando muitos malotes abarrotados de dinheiro, eventualmente, resultante da coleta de dízimo. O que entre os deputados ficou conhecido por MENSAMALÃO, à versão pastoral da aludida gatunagem deu-se o nome de DIZIMÃO DE GRUDE. Por ser o dízimo isento de comprovação de procedência, a cada dia crescem mais as suspeitas de que muitas seitas estariam servindo de lavanderia para as finanças do crime organizado.
Em conversa reservada com um pregador membro da minha família, ele me confidenciou que nada melhor para incrementar a colheita de dízimo como uma profecia catastrófica. Se na noite anterior a mídia divulga uma matéria apocalíptica, nos dias seguintes, temendo serem atingidos pela praga prenunciada, os “irmãos” escancaram as suas carteiras e derramam grana abundantemente na sacolinha da coleta, talvez uma tentativa de comprar a custódia de Deus. Ele me falou, ainda, que soube tirar o máximo de proveito do BUG do milênio, pane que acometeria todos os computadores na virada do milênio. Eis que o meu parente de mente fértil deu uma significação satânica e escatológica à sigla BUG (Beast Undercover God) = Deus Disfarçado de Besta (fera), isso deixou seus asseclas em polvorosa. Nada a ver com o significado de bug em inglês: percevejo, inseto etc. Agora o meu familiar prodigioso está aterrorizando os seus lacaios, valendo-se do Verichip: um microcircuito digital que introduzido na região subcutânea, contendo dados da pessoa portadora, pode servir ao governo como controle logístico da população. “Sangue de Jesus, irmãos, isso já é própria Besta 666!” Alerta o pregoeiro espertalhão. Uma piada assim é tão ridícula quanto a explicação demonológica apresentada por um “bispo” da Igreja Universal, para o tsunami ou onda gigante que avassalou o sul da Ásia, em 26/12/2004, cujo número de mortos deve ter superado a casa dos 300.000. No dia seguinte à catástrofe, em um programa matutino da TV Difusora, profetizou o apóstolo iurdiano: “Meus irmãos, maremotos de tamanha magnitude são causados por um ‘encosto’ habitante das profundezas oceânicas!” -Santa manipulação! Cá pensei comigo: opa, o que tal nós, humanos, capturarmos esse monstro fortíssimo e utilizarmo-lo para mover as nossas turbinas, nas centrais hidrelétricas?! Seria o fim da crise energética mundial! Durante a programação, eram exibidos flashes de “obreiros”, sob o comando de um pastor, varrendo a escadaria da “catedral da fé” da Igreja Universal em São Luís-MA, uma imitação burlesca à lavagem das escadarias da catedral do Senhor do Bonfim em Salvador-BA. Na ocasião, o “bispo” fez questão de enfatizar que o banho utilizado pelos “obreiros” era composto de sete ingredientes, e que fora preparado por uma “ex-mãe-de-encostos” ou Mãe-Cida. O programa humorístico, Casseta e Planeta da Rede Globo, que se cuide!
Por conta do crescente número de lésbicas e gays dentre as populações, surgem seitas da estirpe: Sinos de Belém, cujo dogma é o homossexualismo, já conta com 120 templos. E as igrejas: Adventistas Gays, Igreja Comunitária Metropolitana (fundada pelo pastor Luís Fernando Pereira Guarupe), Outras Ovelhas (do pastor homossexual, Victor Soto Orellana) a Gays de Cristo, Igreja Acalanto, Comunidade Cristã Nova Esperança e outras seitas antinomistas (sem ética cristã). Nesses picadeiros, truques conseguidos à base de hipnose e auto-segestão chegam a impressionar os incautos: é ação do Espírito Santo, segundo os taumaturgos (milagreiros de araque), expulsão de demônios etc.
Aliás, recentemente, tivemos a oportunidade de assistir a um bizarro show de hipnose. A reportagem exibida pelo Fantástico da Rede Globo, mostrando a “façanha” do pastor, Marcos Pereira da Silva (da Assembléia de Deus dos Últimos Dias, apóstata da legítima Assembléia de Deus), no Presídio de Benfinca-RJ, em 31/05/2.004. Aos olhos de um fanático, aquela patarata foi uma verdadeira Armagedon (as mãos do Espírito Santo agindo contra Satanás). Todavia, a uma pessoa racional, o acontecido ali nada mais foi que uma demonstração de hipnose coletiva; prática bastante explorada, em programas de TV, por padre Quevedo, Uri Gueller, pelo hipnólogo Fábio Fuentes etc. Meras emboscadas para arrancar dízimos de otários.
No caso dos amotinados cariocas, o operador (o pastor) contou com um aliado poderoso: o fato de os presidiários estarem mais de 3 dias sem comer. É fato comprovado: a abstinência alimentar, por períodos longos (o famoso jejum como preparação para o fiel receber o “espírito santo”), constitui a receita básica das seitas, durante os trabalhos de lavagem cerebral em seus seguidores. Trata-se de um fenômeno humanamente explicável: quando estamos com muita fome, o nível de glicemia (açúcar) cai drasticamente, em nossa massa sangüínea. Carente de açúcar, o cérebro fica “desenergizado” e muito vulnerável a sugestões, alucinações, comandos externos etc. Ademais, na cadeia, os presos estão em um ambiente por demais hostil e assombrado: psicologicamante eles vivem em permanente estado crítico (borderline). Nessas ocasiões, a equipe de psicólogos prefere vestir as cores branca ou azul (por serem desaceleradoras). Os detentos drogados, em geral, resistem ao processo de hipnose, pois a droga (em sua maioria) é uma bloqueadora mental, dificultando a recepção das sugestões emitidas pelo hipnotizador.
- Mas a hipnose só não ocorre quando o paciente ou sugestionável permite?!
- Sim, isso é uma verdade. Porém, cumpre lembrar: pessoas acabrunhadas e fragilizadas não têm poder de escolha, não resistem; suas mentes estão quase sempre permissivas e desorganizadas, sobretudo, quando a chave ou engodo do processo persuasivo é o nome de Jesus (um socorro universalmente invocado em caso de desespero). Aliás, no seus jogos de sedução, as seitas proselitistas imitam muito bem os urubus: seus agentes procuram ludibriar as pessoas quando estas estão numa situação de “fundo-de-poço”, no auge da angústia, com poucas chances de reagir a uma cilada dos fariseus tentadores. Para um náufrago aflito, até uma galho de espinhos serve de tábua de salvação.
Onde há facções rivais, num mesmo presídio, o sugestionador deve sugerir a todos um inimigo comum: o DIABO é um ótimo nome. Assim, na luta de todos contra “satã”, os desafetos encarcerados acabam se unindo em prol do mesmo objetivo: derrotar o “diabo”. “Quando a floresta pega fogo, coelho e onça buscam abrigo na mesma moita, e ninguém come ninguém”.
* Conforme noticiou a imprensa carioca, outros negociadores, como: padres, psicólogos, sociólogos etc., já se haviam oferecido para intermediar o conflito. Mas o secretário da Segurança Pública do Rio de Janeiro e pastor, Anthony Gatinho, alegando “questões de segurança” vetou a todas as cortesias. Mais tarde, ligou ao pastor Marcos Pereira da Silva, que aceitou o convite. Garotinho sabia que, naquelas alturas, um êxito logrado pelo reverendo seria creditado a todo o segmento protestante, do qual ele é parte. Depois de toda a bravata descrita, o que se sabe sobre o pastor “miraculoso” é que a polícia o está investigando para tentar confirmar a suspeita de que o mesmo receberia dinheiro do crime organizado, em contrapartida, Marcos Pereira homiziara bandidos em uma fazenda pertencente a sua seita.
Entretanto, para um povo que se autoproclama de “santo”, o mais difícil deve ser para explicar os contrastes a seguir:
*Alemanha, quase 100% protestante. Segundo os ex-goleiro da seleção alemã, Schumacher, 90% dos jovens alemães usam drogas (inclusive os atletas). Ele teve que sair às pressas de sua pátria para não ser assassinado. Além de ser a nação onde se consome mais cerveja no planeta. Quem bebe essa cervejada toda? E em número de racistas e neonazistas só perde para os Estados Unidos! Quantos foram os judeus trucidados, durante a 2ª Guerra Mundial, pela Alemanha, berço do protestantismo?!
*Holanda, com o mesmo percentual evangélico da vizinha Alemanha: país mais depravado do mundo, família lá é uma instituição extinta. A eutanásia e algumas drogas já foram legitimadas pelo governo, casamento entre homossexuais etc.
*Estados Unidos, outra potência protestante, responde pelos primeiros lugares em: consumo de drogas, homossexualismo, alcoolismo (2º lugar; 1º Rússia), prostituição, satanismo, heresia, racismo e neonazismo. Além de ser o país que mais perpetra genocídio contra os outros povos para roubá-los e escravizá-los. É a nação que mais investe na produção de armas de destruição em massa.
*Africa do Sul, 24% de evangélicos, descendentes de holandeses (böers) impuseram um regime segregacionista, crudelíssimo (apartheid), por muitos anos, contra a maioria negra (76%). Inclusive, o médico sul-africano, Wouter Basson, produziu, em laboratório, uma bactéria específica para matar só negros.
*Inglaterra, outra nação assassina (vide história). A última pesquisa mundial acerca de fé, divulgada pela rede globo, 33% (1/3) da população confessou-se ser atéia. Recordista global.
* Finlândia, 98% protestante, mas é o país que se destaca no 1º lugar em números de suicídios. E o alcoolismo entre os finlandeses inicia aos 15 anos de idade.
Quanto ao esfacelamento das seitas, isto pode ser aquilatado sob três aspectos:
a) A própria palavra seita já significa fragmentada, Reino Dividido, Mt. 12:25 e Lc 11:17, e o termo “satanás”, no hebraico, quer dizer opositor, contestador; e no grego, a palavra “diabo” encerra…”aquele que divide, divisor”.
b) A saga pelo monopólio de todos os dividendos político-financeiros, por parte da cúpula, do tudo que o rebanho pode render.
c) Neste estágio de superpolução, o ser humano vive uma profunda crise de identidade; a cada dia UM vai sendo eclipsado pelo anonimato. Em contrapartida, pertencendo a um grupo não muito grande, o sectarista vai sentir sua unicidade menos ofuscada ( talvez para tomar carona na esteira do atendimento personalizado, do kitnet ou noutra forma de auto-afirmação como ente único). Tal escolha do seguidor entra em choque com a gana das lideranças, as quais querem ver sua religião crescer e se expandir indefinidamente. Daí por que o freqüente troca-troca de doutrinas entre os adeptos.
d) Trata-se da questão do constante “renovar”, na tentativa ilusória de não se tornar obsoleto. Indivíduos partidários desta tendência, em geral, são arrastados por modismos coletivos, em busca de uma Pasárgada (reino fictício de Manoel Bandeira). Eles são panurgistas ou panúrgicos: seguem seus líderes cegamente.
Isso só nos leva a convir: O PROTESTANTISMO É A VERSÃO CONFESSIONAL DO CAPITALISMO!
4. COMO AS CRENÇAS LESAM AS MENTES
4.1 Psicose Divina
Certa vez, eu vinha sendo perseguido por um “fantasma”. Ao perceber meu drama, um pastor propôs que me convertesse ao protestantismo; era a minha única saída, segundo ele.
Aí, pensei comigo: meu problema pode ser um ótimo passaporte para eu adentrar as entranhas dessas igrejas prodigiosas, e assim compreendê-las melhor. Acolhido como um novo irmão, vi o pastor escalar dois exércitos antagônicos, que vivem travando uma
armagedon espiritual. De um lado, uma legião de demônios cujo caudilho era Lúcifer. Do outro, uma ordem de anjos capitaneada por Jesus; a banda pela qual fui recrutado.
Depois de servir de bumerangue por algum tempo, pressenti que o meu fantasma que outrora era um, agora se havia multiplicado numa falange. Como entrei na seita, partindo do princípio de que eu tinha inimigos invencíveis, e que para continuar resistindo-os, eu teria que viver em combate permanente. O mundo tornou-se mais hostil e conflitivo para mim: eu trombava contra tudo e contra todos. Minhas doenças psicossomáticas e problemas existenciais de toda sorte vinham-se agravando, à medida que eu me afunilava naquele processo de paranóia; via a presença do diabo em tudo que viesse de encontro a minha doutrina. E o pastor me advertia: “Resisti o diabo e ele fugirá de vós; mas se desertardes do quartel de Cristo, o número de capetas que levareis convosco, será sete vezes maior!” Mas para que me mantivesse imune aos adversários, eu teria que comprar uma “vacina”, cuja dosagem era paga em dízimos e trabalhos semi-escravos, e o pior: seu efeito não durava 12 horas.
Então, foi que despertei, enfim; voltei à “vida mundana”, não fui obsediado por espírito algum. Conclusão: eu teria montado uma batalha cujo campo era a minha mente e o cavalo dela era eu mesmo.
15 Junho,2009 às 3:31 pm
Sou arreligioso, portanto, não estou induzido a apresentar um conceito anagógico aos eventos considerados extraodinários. Todavia, reconheço que, ora, a humanidade encontra-se no vértice de uma bifurcação, sem outras escolhas: uma vertente que leva ao niilismos (anarquismo total) e outra que nos empurra para uma ditadura logística ou psicossomática (domínio de corpo e mente). Esta última parece mais factível e perseguida.
Nunca os governos investiram tanto nas neurociências: -Pesquisadores da marinha americana conseguiram inspirar pensamentos em pessoas, sob influência das ondas ELFs (de baixa frequência).- A vidente Edna, da extinta União Soviética, seria capaz de enxergar quaisquer pontos na terra. -Cientista brasileiro, Miguel Nicofelis, conseguiu a proeza de fazer um macaco nos EUA mover um robô que se achava no Japão, só com a força do pensamento do macaco. -Máquinas que já tomam decisão conforme o pensar do operador etc. É claro que essa corrida tem um objetivo maior. Quem sobreviver, verá!
OBS: o homem já conseguiu produzir centenas de aparatos capazes de captar e decodificar o mais varia espectro de ondas eletromagnéticas.