O Pai Amoroso


Recebi de minha filha Alessandra um email com um vídeo impressionante, onde um pai demonstra, de forma prática, o grande amor que tem por seu filho, deficiente. Assisti o vídeo e as lágrimas correram sobre minha face, pois vi o quanto foi difícil para aquele pai fazer aquilo que o filho tanto desejava.

O filme narra o final de uma reportagem sobre um militar americano, aposentado, que cuidava sozinho do seu filho com paralisia cerebral, desde que foi abandonado pela sua esposa. O pai havia decidido ser os braços, pernas e tudo o que o filho necessitasse, enquanto crescia. Ele o levava às piscinas, andava de bicicleta, corria com ele, o alimentava. O pai era a alegria do filho. 

Um dia, em casa, percebeu que o seu filho estava bastante atento a uma competição de Triatlo (3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42 km de corrida). Estava vidrado, mesmo! E prometeu que iria se inscrever com o filho na competição chamada de “Iron Man”. Precisava de índice oficial para disputar a prova. Já tinha 58 anos e viu-se no compromisso (assumido com o filho) de mais um pequeno sacrifício. Começou a treinar todos os dias levando consigo o próprio filho.

Na prova oficial eles chegaram em último lugar. Mas desta competição, só se lembrarão desse competidor. Vale a pena prestar tributo…”

A música escolhida pelo produtor do filme (I Can Only Imagine), bastante significativa pois leva a imaginar como será nossa libertação das fraquezas do mundo e o encontro que teremos com Jesus, o Deus de amor. Ela diz, em tradução livre:

Eu somente posso imaginar como será

quando eu caminhar ao Seu lado,

Eu só posso imaginar o que meus olhos verão,

quando Sua face estiver diante de mim.

Eu só posso imaginar,

Eu só posso imaginar


Envolvido pela Sua glória,

o que meu coração sentirá?

Dançarei para ti, Jesus?

Ou cairei nos seus braços?

Me quedarei em Sua presença?

Ou meus joelhos se dobrarão?

Cantarei Aleluia?

Serei capaz de falar?

Eu só posso imaginar,

Eu só posso imaginar



Eu só posso imaginar quando esse dia chegar,

E eu me encontrar pessoalmente diante do sol,

Eu só posso imaginar quando tudo isso eu fizer,

e para sempre, para sempre te adorar.

Eu só posso imaginar,

Eu só posso imaginar


Eu só posso imaginar,

quando tudo isso eu fizer,

e para sempre, para sempre te adorar,

Eu só posso imaginar


Nada é mais importante para nós que conhecer o tão grande amor que o Pai, nosso verdadeiro Pai, provou que tem por nós, dando Jesus Cristo em sacrifício na cruz do Calvário, para que nós fôssemos reconciliados com Ele, fôssemos libertos de nossas limitações, da nossa escravidão à carne, da nossa enfermidade degenerativa que é o pecado.

Este filme me mostrou outra coisa muito mais real e verdadeira: aquele filho é uma figura de nós, homens e mulheres, que ficamos impossibilitados de realizar os sonhos do espírito por causa do pecado. E aquele pai é uma figura de Deus. Ele sim, nosso Pai, o verdadeiro Pai, fez tudo por nós, em nossa incapacidade. A Bíblia diz que somos mais que vencedores:

“Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8:37-39)

O Pai nos ama de tal maneira que deu Jesus Cristo por sacrifício para que por meio dele, tivéssemos o perdão de nossos pecados e assim fôssemos mais que vencedores, podendo morar com Ele no céu, em glória, eternamente.

Jesus morreu na cruz por causa dos nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou. Ele está vivo e nos ama. Ama a mim, a você, a todos. Aquela cadeira de roda onde o filho é carregado é Jesus. Aquele barco é Jesus. Aquela bicicleta é Jesus. Em Jesus somos mais que vencedores, de graça. É pela graça de Deus que somos salvos.

Amados, glorifiquem a Deus, nosso Pai amoroso: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8)

Vejam o filme e glorifiquem a Deus:

Aos meus filhos, minha gratidão.

José Adelson de Noronha

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