Prisioneira da Dúvida


 

Pergunta:

 

Pastor, me sinto muito ansiosa e com isso eu tenho sofrido de insonia. São pensamentos que me vêm a cabeça, a incredulidade tenta me atormentar. O medo tenta me aprisionar. Me oriente. O que devo fazer? Estou disposta a lutar.

 

Tenho conversado com Deus, que não aceito esta situação de pavor na minha vida. Quero descansar no Senhor. Me ajude em oração e me oriente sobre o que devo fazer. Sei que o Senhor é fiel em suas promessas. Não quero que a minha fé se esmoreça. Eu preciso de ajuda. Preciso da orientação pastoral. Será isso para eu crescer espiritualmente?

 

Me sinto confusa. Me ajude por favor. Alguém

 

Resposta:

 

Filha, a fé nas promessas de Deus é a única chave que abre as portas da prisão da dúvida. Essa prisão é um verdadeiro castelo, onde ficam prisioneiros, nos seus calabouços, todos os que são alcançados pelo gigante desespero, cuja esposa é justamente a incredulidade ou desconfiança.

 

Já orei por você e creio que o Senhor a está visitando para libertá-la.

 

Leia o capítulo XV abaixo, do clássico mundial, “O Peregrino”, de John Bunyan, que fala exatamente sobre a dúvida de dois peregrinos, Cristão e Esperança, que vendo-se rodeados de consolação e de paz, caem em negligência, e, tomando por caminho errado, são aprisionados pelo gigante Desespero; mas, tendo invocado o Senhor, recuperam a liberdade por meio da chave de promessas.

 

O Peregrino, de John Bunyan – Capítulo 15

 

Iam os nossos peregrinos seguindo o seu caminho, quando os vi chegar a um belo rio, a que o rei Davi chamou “rio de Deus” e João “rio da água da vida” (Salmos 65:9; Apocalipse. 22:1; Ezequiel 47:1-9).

 

Tinham de passar este rio. Grande foi a consolação que sentiram, e maior ainda quando, tendo aplicado seus lábios à água da vida, acharam que ela era agradável e refrigerante para os seus espíritos fatigados.

 

Nas margens do rio cresciam árvores frondosas, que produziam toda a qualidade de frutos, e cujas folhas serviam para prevenir aquelas doenças que ordinariamente atacam as pessoas que, por terem andado muito, sentem exaltação no sangue. De um e de outro lado do rio havia formosos prados ornados de viçosos lírios, que todo o ano se conservavam verdes. Chegados a um destes prados, deitaram-se e adormeceram, porque neste lugar podiam descansar com segurança (Salmos 23:2; Isaías 14:30). Quando despertaram, comeram dos frutos das árvores, tornaram a beber da água da vida, e adormeceram outra vez. E assim fizeram por alguns dias que permaneceram neste lugar. O prazer de que estavam possuídos era tanto que exclamavam: _ “Bendito seja o Senhor, que preparou estas águas cristalinas para os peregrinos que por aqui passam. É suave a fragrância que exalam estes prados, que com grande delícia nos convidam. Aquele que provar estes frutos ou mesmo folhas destas árvores, da melhor vontade venderá quanto possui para comprar esta terra”.

 

Como ainda não tivessem chegado ao fim da sua viagem, resolveram partir, depois de terem comido e bebido.

 

Vi então no meu sonho que, logo ali perto, se separavam o caminho e o rio, circunstância que não deixou de contristá-los. Apesar disso, não se atreveram a abandonar a estrada. Esta quanto mais se afastava do rio, tanto mais áspera se tornava, e como os pés dos peregrinos estavam muito sensíveis, em conseqüência da grande marcha que tinham feito, entrou em suas almas um grande abatimento (Números 21:4). Não obstante, seguiram seu caminho, posto que desejassem um prado, ao qual davam acesso umas pranchas de madeira; tinha o nome de “Prado do caminho errado”. Disse então Cristão ao seu companheiro: Se este prado continuasse paralelo ao caminho, poderíamos ir por ele. E, aproximando-se das pranchas, para melhor examinar, viu um atalho que seguia ao lado da estrada, do outro lado do muro.

 

Esperança – E se nos perdermos no caminho?

 

Cristão – Não é provável. Olha, não vês que o atalho segue paralelo à estrada?

 

Esperança, convencido pelo companheiro, passou com ele para o outro lado, e entraram no atalho, que era muito suave para os pés dos nossos peregrinos. Avistaram um pouco mais adiante um homem que seguia pelo mesmo atalho, e que se chamava Vã-Confiança. Perguntaram-lhe aonde conduzia aquela vereda. À porta celestial, respondeu o homem. “Vês? Não te dizia eu?” perguntou Cristão ao seu companheiro. “Agora podemos estar certos de que vamos bem”. E continuaram a sua marcha, indo o mesmo homem na frente. Eis que a noite os surpreende, e tão escura se tornou que não podiam distinguir o homem que ia adiante. Este, que não podia distinguir o caminho, caiu numa cova profunda, mandada abrir pelo príncipe daqueles lugares, para que nela caíssem os loucos presunçosos, e magoou-se muito na queda (Isaías. 3:16).

 

Cristão e Esperança, ouvindo-o cair, perguntaram-lhe em altas vozes o que lhe sucedera, mas por única resposta obtiveram um profundo gemido. Então perguntou Esperança: Onde estamos nós? Cristão não se atreveu a responder, temendo haver-se perdido. Ao mesmo tempo começou a chover, e violenta tempestade se desencadeou.. Os trovões e os relâmpagos sucediam-se e a água crescia e alagava os peregrinos. Esperança soltou um gemido, dizendo consigo mesmo: Antes tivéssemos ido pela estrada, como eu queria!

 

Cristão – Quem havia de pensar que este atalho nos havia de fazer errar o caminho!

 

Esperança – Tive um pressentimento disso, desde o principio, e por isso te fiz aquela branda admoestação, não falando mais claramente por ter muito respeito à tua idade.

 

Cristão – Não te ofendas, bom irmão. Sinto do íntimo da alma haver concorrido para errares o caminho, expondo-te a tão iminente perigo. Perdoa-me que não fiz com má intenção.

 

Esperança – Sossega, irmão. Da melhor vontade te perdôo, e crê que este acontecimento a ambos será proveitoso.

 

Cristão – Quanto estimo ter por companheiro um irmão tão bondoso! Mas, em lugar de estarmos aqui, voltemos para trás, em busca da vereda.

 

Esperança – Pois sim, querido irmão, mas deixa-me ir adiante.

 

Cristão – Isso não. Eu é que desejo ir em frente. Se houver algum perigo, seja eu quem sofra primeiro, já que por minha causa nos perdemos ambos.

 

Esperança – Não devo consentir, porque o teu espírito está turbado, e podemos extraviarmos ainda mais. Neste momento ouviram, com a maior consolação, uma voz que dizia: “Reparai bem na calçada e no caminho por onde viestes; voltai!” (Jeremias 31:21). As águas, porém, tinham crescido muito, motivo por que a volta era muito perigosa. (Pensei então quanto mais fácil é sair do caminho quando estamos nele do que alcançá-lo depois de o perder). Arriscaram-se os nossos peregrinos a voltar para trás; mas as trevas eram tão densas, a água estava tão alta, que estiveram perto de se afogarem por algumas vezes.

 

Por mais diligência que empregassem, não podiam dar com as pranchas de madeira. Então, tendo encontrado um pequeno abrigo, assentaram-se ali e esperaram o nascer do dia, adormecendo de fadiga e de cansaço.

 

Próximo ao lugar em que se assentaram, havia um castelo chamado o castelo da Dúvida, cujo proprietário era o gigante Desespero, a quem também pertenciam os terrenos onde os nossos peregrinos haviam adormecido.

 

O gigante, tendo-se erguido cedo, passeava pelos seus campos, quando deparou, surpreendido, com Cristão e Esperança, que ainda dormiam. Com voz áspera e ameaçadora, perguntou-lhes donde eram e o que queriam dali. – Somos peregrinos, responderam eles, e perdemo-nos no caminho. – Miseráveis, exclamou o gigante; violastes os meus terrenos esta noite, pisando e calcando a minha sementeira; sois meus prisioneiros. Nada podiam responder a esta intimação, porque o gigante era mais forte, e porque se reconheciam transgressores; assim resolveram obedecer. O gigante empurrou-os adiante de si, e meteu-os numa das prisões do seu castelo, escura, hedionda, e repugnante ao espírito dos pobres peregrinos. Ali jazeram desde quarta-feira de manhã até sábado à noite, sem comer, sem água, sem luz e sem que pessoa alguma viesse informar-se do seu estado. Tristíssima era a situação, longe de amigos e conhecidos (Salmos 88:1-18), e especialmente a de Cristão, porque fora a sua mal aconselhada pressa a causa de tamanho infortúnio.

 

A esposa do gigante Desespero chamava-se Desconfiança. A ela participou o gigante, quando foram deitar-se, que apanhara os prisioneiros e os lançara no cárcere por haverem violado os seus campos, perguntando-lhes em seguida qual o destino que, segundo a sua opinião, devia dar-se aos presos. Desconfiança, depois de inquirir quem eles eram, donde vinham e para onde iam, aconselhou o marido a açoitá-los sem misericórdia na manhã seguinte.

 

Assim, pois, o gigante, logo que se levantou, muniu-se dum terrível chicote e desceu à prisão. Começou por injuriá-los, tratando-os como cães, e, posto que eles nada de mal respondessem, caiu sobre eles, açoitando-os de tal modo que já não podiam mexer-se, nem mesmo voltar-se, no chão, dum para outro lado. Feito isto, retirou-se, deixando-os abandonados à sua miséria e chorando a sua desgraça. Assim passaram aquele dia sozinhos, em soluços e amargas lamentações.

 

Na noite imediata, inteirada Desconfiança do que havia sucedido, disse ao marido que devia aconselhá-los a porem fim à própria vida.

 

Chegou o dia. O gigante dirigiu-se à prisão com os modos bruscos da véspera, e, vendo quanto os prisioneiros sofriam em conseqüência das pancadas que lhes havia dado, disse-lhes:

 

– Visto que nunca haveis de sair daqui, o melhor que podeis fazer é pôr fim à vida, pelo ferro, pela corda, ou pelo veneno; porque, realmente, como haveis de suportar uma vida tão cheia de amargura?

 

Eles, porém, instavam com o gigante para que os deixasse continuar o seu caminho.

 

Fitou-os Desespero com um olhar colérico, e com tal ímpeto caiu sobre eles que seguramente os teria despedaçado, se não tivesse sido acometido por um dos ataques a que era sujeito, e que, privando-o do uso das mãos, o obrigou a retirar-se e deixá-los sós, entregues às suas reflexões.

 

Puseram-se então a discorrer se seria melhor seguir o conselho do gigante, e travaram entre si este diálogo:

 

Cristão – Que havemos de fazer, irmão? A vida que passamos é de misérias, e não sei se será melhor viver assim ou acabar por uma vez. A minha alma prefere o suicídio à vida, e o sepulcro a este cárcere (Jó 7:15). Devemos seguir o conselho do gigante?

 

Esperança – É certo que a nossa situação é terrível, e que a morte ser-me-ia mais agradável, se temos que ficar aqui para sempre; devemos, porém, lembrarmo-nos de que o Senhor do país para onde nos dirigimos disse: “Não matarás”, – e que, se nos fez esta proibição com respeito a outrem, mais deve ela estender-se em relação a nós mesmos. Além do que, quem mata outrem não lhe mata mais do que o corpo, mas o que se suicida mata o corpo e a alma de um só golpe. Falas tu do descanso do sepulcro? Esqueceste acaso para onde vão os que matam? “Lembra-te que nenhum assassino tem a vida eterna”. Devemos considerar que nem toda lei está nas mãos deste gigante. Julgo que outras pessoas terão caído, como nós, em seu poder, e que, apesar disso, tem escapado das suas mãos. Quem sabe se Deus, que fez o mundo, fará morrer este gigante Desespero, ou permitirá que ele, mais dia, menos dia, se esqueça de correr o ferrolho, ou torne a ser acometido de algum acidente que lhe faça perder o uso dos pés? Se assim acontecesse, estou resolvido a proceder com energia e a fazer todo o possível para fugir do seu poder; fui um louco em não ter já tentado fazê-lo, mas tenhamos paciência e soframos um pouco mais; há de chegar a hora da nossa feliz libertação; não sejamos, pois, assassinos de nós mesmos.

 

Com estas palavras conseguiu Esperança moderar, no momento o ânimo de seu irmão, e assim passaram juntos nas trevas aquele dia no mais doloroso estado.

 

Pelo cair da tarde tornou o gigante a descer á prisão para ver se os presos tinham seguido o seu conselho; e posto que não se tivessem suicidado, com pouca vida os achou, porque, dum lado a falta de alimento, e do outro as feridas recebidas, tinham-nos enfraquecido, a ponto de apenas respirarem.

 

Ao vê-los ainda vivos, enfureceu-se o gigante e disse-lhes que melhor seria nunca haverem nascido do que terem desprezado o seu conselho.

 

Esta ameaça atemorizou sobremaneira os dois prisioneiros, e Cristão quase desmaiou; mas, tornando ambos um pouco a si, de novo discorreram sobre o conselho que o gigante lhes dera.

 

Cristão mostrava-se inclinado a seguí-lo mas Esperança disse-lhe: – Querido irmão: acaso esqueceste o valor de que tantas provas deste em outras ocasiões? Não pode derribar-te Apolião, nem tão pouco tudo quanto viste, ouviste e sentiste no Vale da Sombra da Morte. Quantas provações, quantos terrores e quantos sustos tens passado! Agora em ti vejo só fraqueza e temor! Não estou eu aqui no mesmo cárcere, eu, que sou por Natureza muito mais fraco do que tu? Não me feriu o gigante como a ti? Não nos privou de pão e de água? Não lamento, como tu, estarmos imersos em profundas trevas? Ponhamos em ação mais alguma paciência. Lembra-te do valor que mostraste na Feira da Vaidade, lembra-te de que não te atemorizaram, nem algemas, nem prisão, nem a perspectiva de uma terrível morte, e suportemos os males presentes com paciência tanto quanto pudermos, para evitarmos a vergonha.

 

Assim se passou mais um dia. À noite, a esposa do gigante tornou a perguntar-lhe pelo estado dos prisioneiros, para saber se eles haviam seguido o seu conselho. Respondeu-lhe o gigante que eles eram uns homens sem brio nem vergonha, que preferiram sofrer tudo a suicidar-se.

 

Tornou-lhe a mulher: – Amanhã, pois, pela manhã, leva-os ao pátio do castelo, mostra-lhes as ossadas e as caveiras dos que tens despedaçado, e dize-lhes que antes de oito dias terão sofrido igual sorte.

 

Assim se fez. Na manhã seguinte levou-os o gigante ao pátio do castelo, segundo os conselhos de sua mulher, e disse-lhes: – Estas ossadas pertenciam a peregrinos, como vós, que violaram os meus estados, como também vós fizestes, e aos quais despedacei quando bem me pareceu, como hei de fazer-vos dentro em poucos dias. Agora ide outra vez para a prisão.

 

E acompanhou-os até à porta do cárcere, dando-lhes muitos açoites. Ali permaneceram tristes todo o dia de sábado, em circunstâncias tão lamentáveis como anteriormente. Chegada a noite, tornou o gigante a conversar com sua esposa acerca dos peregrinos, estranhando que nem os açoites nem os conselhos pudessem dar cabo deles. – Receio, disse a mulher, que nutram a esperança de que venha alguém libertá-los, ou que tenham conseguido alguma chave falsa, por meio da qual esperam evadir-se. Eu amanhã os revistarei, volveu o gigante.

 

Era perto da meia-noite de sábado quando os nossos peregrinos começaram a orar, continuando ambos em oração até quase ao romper da alvorada.

 

Momentos antes de amanhecer, prorrompeu Cristão nestas fervorosas palavras, como se estivesse espavorido: Que louco e que néscio eu sou em estar aqui neste calabouço, quando podia estar gozando a liberdade! Tenho no peito uma chave chamada Promessa que, estou persuadido, poderá abrir todas as fechaduras do castelo da Dúvida. – Sim? Exclamou Esperança: Que boas notícias me dás, irmão; tira pois a chave do teu seio e experimentemos.

 

Cristão tirou a chave e aplicou à porta da prisão. Instantes depois a fechadura cedia, e a porta abria-se de par em par, com a maior facilidade. Cristão e Esperança saíram. Chegaram à porta exterior que dava para o pátio do castelo, a qual cedeu com a mesma facilidade. Dirigiram-se em seguida para o portão de ferro que fechava toda a fortaleza, e, apesar de a fechadura ser excessivamente forte e complicada, conseguiram abri-la com a chave. Empurraram o portão para fugirem a toda pressa, mas os gonzos rangeram tanto que acordaram o gigante Desespero, o qual se levantou imediatamente para ir em perseguição dos fugitivos; mas faltaram-lhe as forças, porque foi acometido por um dos seus acidentes, o que o impedia de correr atrás dos peregrinos. Entretanto, corriam eles, chegando à estrada real, livres de todo o receio, pois já se achavam fora da jurisdição do gigante.

 

Tendo passado a prancha que dava serventia para os terrenos pertencentes ao castelo, começaram a refletir entre si sobre o modo por que podiam prevenir do perigo em que se achavam em poder do gigante, e assentaram em erguer ali uma coluna, gravando-lhe no cimo estas palavras: Este caminho conduz ao castelo da Dúvida, propriedade do gigante Desespero, que menospreza o Rei do país celestial e busca destruir os seus santos peregrinos.

 

Esta prevenção aproveitou a muitos que chegaram mais tarde àquele sítio, e que, lendo o letreiro, puderam evitar o perigo.

 

E depois de erigida a coluna, entoaram um hino, que se compunha, pouco mais ou menos, das seguintes palavras: Que terrível situação a nossa, quando saíamos do caminho direito; então conhecemos o que é pisar terreno vedado! Vós que nos seguis nesta peregrinação, estai vigilantes, aprendei do nosso exemplo, e fugi sempre de entrar no castelo da Dúvida, porque caireis nas mãos do terrível gigante Desespero.

 

Se você quiser, pode baixar todo o livro no endereço: http://letrassantas.blogspot.com/2006/10/e-book-o-peregrino-de-john-bunyan.html

Que o Senhor lhe conceda livramento e um renovo em sua vida.

 

José Adelson de Noronha

5 opiniões sobre “Prisioneira da Dúvida”

  1. Filha, se você desconfia que está com essa doença, você deve procurar um médico psiquiatra ou psicólogo para fazer o diagnóstico correto.

    Os médicos são autoridades também, constituídas por Deus para cura de enfermidades.

    Mas, em paralelo com isso, faça o que lhe aconselhei na mensagem acima. Leia a Bíblia, principalmente o livro de Judas e tome posse das promessas de Deus para você. Confie, tenha fé no poder que Deus tem para curar, libertar, fazer tudo novo.

    Uma promessa para você ler e meditar: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também” (Jo 14:1-3).

    Já orei por você e eu tenho fé em Deus de que você vai ser completamente liberta e terá uma vida feliz, na presença do Senhor.

    Que Deus lhe abençoe com fé.

    Curtir

  2. Pastor, pelas psicoses que eu estou tendo eu desconfio de que sofro de transtorno obcessivo compulsivo. Seria isso uma opressão malígna? Ore por mim, me sinto só, aflita, sem saber o que fazer. Creio que se for doença o Senhor Jesus pode me curar e se for opressão Ele pode me libertar.

    Me ajude, me oriente, o que devo fazer com relação a esse problema?

    Curtir

Escreva seu Comentário ou pergunta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s