O Justo Juízo


 

José Mateus

www.reavivamentos.com

 

 

1. “…Para que não ponderes os caminhos da vida”, Pv 5:5,6. Uma das armas do pecado é e será sempre a pessoa não querer ou não desejar mais ponderar os caminhos da vida de forma natural e simples. Irá estar ocupada demais com o mundo, ou com questões, ou com problemas e amarguras e haverá sempre alguma coisa capaz de impedir alguém de ponderar os caminhos da vida, pensando e meditando neles. Tenha cuidado e faça questão de ponderar, pensar e comer da Palavra noite e dia, evitando qualquer coisa que tenha como consequência algum tipo de desinteresse pela meditação nas palavras da vida ou em qualquer um dos seus caminhos. Também devemos ter cuidado especial para nunca enveredarmos por caminhos que nos levam a ficar amargurados contra os caminhos de Deus, de Seus servos ou contra a ponderação dos mesmos.

 

2. “…O meu juízo é justo, porque não busco a minha vontade”, João 5:30. Sempre que as nossas próprias vontades e quereres influenciem as nossas vidas, qualquer juízo que façamos será sempre injusto, cruel ou egoísta ainda que esse juízo seja um elogio. Os elogios também são juízos que fazemos. Mas, se buscamos a vontade de Deus e Seu parecer com simplicidade, ainda que expressemos uma repreensão forte e severa, nunca estaremos sendo cruéis, egoístas ou injustos.