Salvação Eterna


Pergunta:  

Como obter a salvação eterna? Priscila

Resposta:  

A salvação eterna é pela Graça de Deus e é obtida, única e exclusivamente, pela fé no sacrifício de Jesus Cristo lá na cruz do Calvário.

 

Quando, verdadeiramente, cremos que Jesus morreu por causa dos nossos próprios pecados, que foi sepultado, mas ressuscitou ao terceiro dia, então temos assegurada a nossa salvação eterna.

 

Obra nenhuma que fizermos, seja antes da conversão, seja depois, vai contribuir para a nossa salvação. Nem mesmo se dermos um copo de água a alguém com muita sede vai ajudar na nossa salvação. Devemos fazer obras de caridade sim, mas porque somos corpo de Cristo na terra e porque queremos ter o mesmo caráter que Ele tem.

 

“Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais; por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão. Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15:1-4)

 

Veja mais a esse respeito na mensagem A Graça de Deus é Suficiente: https://verboeterno.wordpress.com/2009/03/30/a-graca-de-deus-e-suficiente/

 

José Adelson de Noronha

Uma opinião sobre “Salvação Eterna”

  1. Graça e paz!

    Sem dúvida é pela graça que somos salvos, mediante a fé. Porém, tenho muita preocupação com o fato de pessoas da Igreja brasileira (e também norte-americanas) apegarem-se a um confessionalismo equivocado, muitas das vezes desacompanhado de uma conversão sincera e consciente, a qual, necessariamente, deve incluir o arrependimento de pecados.

    Enquanto muitos católicos se iludem achando que serão salvos porque foram batizados na infância, tem evangélicos que supõem terem sido salvos porque um dia levantaram a mão ao responderem ao apelo durante um culto que assistiram.

    A questão em comento me faz lembrar a indagação feita a Jesus pelo jovem rico (Mateus 19.16; Marcos 10.17; Lucas 18.18), quando ele pergunta o que deveria fazer para ter a vida eterna. Em sua resposta não doutrinária, Jesus pediu daquele jovem uma atitude específica afim de que ele se desfizesse de tudo o que tinha, distribuísse aos pobres e assim acharia um “tesouro nos céus”. E, então, depois de ter feito tudo isto, ele deveria seguir o Mestre.

    Olhando para esta passagem e procurando me ater ao ensino de Jesus contido nos Evangelhos, sem adentrar nas explicações das epístolas, vislumbro algo mais grandioso do que a ideia restrita de salvação póstuma que muitos cristãos no Brasil ainda têm. No texto do jovem rico, a preocupação do jovem parece se assemelhar com a percepção pequena de salvação que ainda existe no nossos dias.

    O Evangelho de João nos apresenta o princípio de uma escatologia que já se realizou. Enquanto o judaísmo distinguia o mundo presente e o mundo futuro, para o cristianismo a ressurreição já está realizada por Cristo (João 11.23-26). Logo, aquele que crê em Jesus já passou da morte para a vida (João 5.24; 1 João 3.14), de modo que o crente não mais verá a morte, a qual para nós nada mais é do que mera aparência. Nesse sentido, nós que cremos em Jesus Cristo não seremos julgados, enquanto os que se recusam a crer “já estão julgados”.

    A vida eterna é algo que passamos a experimentar aqui. Mesmo em meio às aflições presentes, somos convidados por Jesus a achar esse tesouro nos céus, o qual é encontrado quando nos desfazemos de tudo o que temos para adquirir o campo onde as jóias estão enterradas. Em outras palavras, somos chamados para nos esvaziar interiormente de tudo aquilo que é deste mundo, afim de que o nosso coração fique totalmente disponível para receber a herança celestial. Então conhecemos íntima e relacionalmente a mensagem de Jesus.

    Jesus quer que aceitemos e obedeçamos sua Palavra. Para aceitá-la de coração é necessário arrependimento e fé. Portanto, é preciso conversão e isto devemos fazer a cada dia, o que significa permanecer em Jesus. Aí, de fato, seremos seus discípulos.

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