O Apocalipse do Cristianismo Iraquiano


Johannes Gerloff

Aniquilar cristãos e outros “infiéis” é o alvo declarado do extremismo islâmico no Iraque. Uma das mais antigas culturas cristãs do mundo está diante de seu fim.

As imagens são terríveis. Mulheres acorrentadas umas às outras são ofertadas em fila como escravas sexuais. Os homens são obrigados a deitar-se em valas comuns, onde são mortos com tiros na cabeça. Vêem-se muitas cruzes com corpos humanos ensangüentados dependurados. Não apenas soldados, até crianças pequenas são decapitadas; as cabeças cortadas são expostas em estacas – fotografadas pelos assassinos e publicadas orgulhosamente na internet.

Essas imagens terríveis vêm acompanhadas de histórias ainda mais horríveis. É impossível saber se todas elas são verdadeiras ou se cada uma delas se relaciona de fato com as imagens que vêm a público, mas causam o efeito desejado: milhares de cristãos orientais estão em fuga. Em pleno século 21, uma das mais antigas culturas cristãs está diante de seu fim.

A “escritura na parede” era bastante evidente: o que hoje é a mais cruel realidade, já vinha sendo anunciado há anos em pichações nas paredes e nos muros das grandes cidades iraquianas como Bagdad e Mosul. E o ódio anticristão ali grafitado não era sem precedentes. Há uma década e meia, inscrições islâmicas já sujavam as ruas do Egito: “Primeiro o povo do sábado (judeus)! Depois o povo do domingo (cristãos)”!

Há uma década e meia, inscrições islâmicas já sujavam as ruas do Egito: “Primeiro o povo do sábado (judeus)! Depois o povo do domingo (cristãos)”!

De fato, a expulsão em massa da população cristã do Oriente árabe-islâmico é uma continuação coerente das limpezas étnicas planejadas e meticulosamente executadas contra os judeus dos países árabes, o “povo do sábado”. Se em meados do século 20 ainda vivia em torno de um milhão de judeus no mundo árabe, hoje essa região é praticamente “judenrein” (livre de judeus).[1]

Atualmente os centros, instituições e organizações do “povo do domingo” tornaram-se “alvos legítimos” dos extremistas muçulmanos. Eles querem declaradamente “matar todos os infiéis, onde quer que os encontrem”. “Infiéis” do ponto de vista islâmico são todos os de outra fé ou crença, não apenas cristãos, também os yasidis e os muçulmanos das alas opostas.

Da perspectiva cristã, a ameaça crescente não vem apenas dos muçulmanos sunitas como a Irmandade Muçulmana, a Al-Qaeda e suas “filhas”, a Frente al-Nusra ou o “Estado Islâmico” (EI), pois cada vez mais ela também parte de grupos xiitas. Assim, em 2012 o grão-aiatolá Sayid Ahmad Al-Hassani Al-Baghdadi, em uma entrevista para o canal de televisão Al-Baghdadiah, ordenou a ilimitada sujeição e o assassinato de todos os cristãos do Iraque.

Islâmicos radicais agiram sistematicamente no Iraque durante anos, difundindo um clima de ameaças, terror, intimidação. É curioso ver como os grandes do mundo, especialmente os Estados Unidos, se mantiveram calados diante dessa tendência. Os cristãos foram xingados de “politeístas” ou “amigos dos sionistas”. Agora o EI coloca os cristãos da Síria e do Iraque diante da alternativa: converter-se ao islã ou morrer.

Concretamente, no dia 17 de julho de 2014 o EI impôs um ultimato aos cristãos ao norte de Mosul, concedendo três dias para deixarem seu “califado”. O anúncio salientava que o “califa” Abu Bakr Al-Baghdhadi estava sendo muito generoso com esse prazo, pois nada o obrigaria a concedê-lo. Esse ultimato causou uma fuga maciça de cristãos de Mosul ao Curdistão autônomo, que fica próximo. Muitos cristãos idosos ou deficientes, que não viram qualquer possibilidade de fugir, se converteram ao islã.

Chocados, os refugiados contam como foram parados em barreiras nas estradas logo depois que deixaram suas casas e como foram roubados de seus últimos pertences: “Eles tomaram tudo, nossos carros, nosso dinheiro, identidades e passaportes e até as fraldas dos bebês e os medicamentos de uma menina com doença crônica”. Outra menina de seis meses de idade teve seus brincos de bijuteria violentamente arrancados de suas orelhas. “Muitos de nós foram surrados”, contam eles. E os muçulmanos ameaçavam: “Não voltem nunca mais para este país! Esta terra é nossa. Se vocês voltarem, vamos matá-los com a espada”.

“Eles tomaram tudo, nossos carros, nosso dinheiro, identidades e passaportes e até as fraldas dos bebês e os medicamentos de uma menina com doença crônica”.

O patriarca caldeu Louis Sako avalia que mais de 100.000 cristãos estão em fuga. Ele menciona expressamente que 1.500 manuscritos antigos foram queimados pelos fanáticos muçulmanos, coisa bastante incomum no mundo islâmico. Geralmente os muçulmanos têm grande apreço até pelos livros cristãos. Antes da “libertação” pelos americanos, ainda viviam em Mosul 60.000 dos 1,5 milhões de cristãos iraquianos. Em 23 de julho de 2014 o arcebispo sírio-ortodoxo da cidade, Nikodimus Daud, que vive no exílio em Irbil, declarou ao canal russo Russia Today: “Não existem mais cristãos em Mosul!”. Contou ainda que os muçulmanos do EI arrancaram as cruzes das igrejas, “primeiro da minha catedral Mar-Afram”. E então queimaram tudo o que havia na igreja, instalaram alto-falantes, e com suas orações transformaram-na em uma mesquita.

Outras igrejas da Síria e do Iraque foram explodidas pelos combatentes do EI, como também diversas mesquitas que esses muçulmanos fanáticos consideram uma ameaça à fé no Deus único (quando são locais de peregrinação muçulmana). O venerável mosteiro de Mar-Behnam, na região de Al-Chadhir, a sudeste de Mosul, que data do século quatro, foi tomado e seus monges foram todos expulsos.

Pelo visto, o “califa” do EI havia oferecido aos habitantes da recém-conquistada Mosul o pagamento da jizya, um imposto de proteção. Em fevereiro de 2014 os habitantes cristãos da cidade síria de Al-Rakka, situada às margens do Eufrates, haviam firmado um acordo como dhimmis dos conquistadores. Nele, os muçulmanos se comprometem, segundo antigas tradições, a proteger a vida, a propriedade e os locais religiosos dos cristãos. Por isso, esse status “dhimmi” também é chamado de “status dos protegidos”.

Os cristãos, por sua vez, se comprometeram a pagar a jizya, de acordo com suas condições de renda, variando entre 178 e 715 dólares por ano. Além disso, não podem construir novas igrejas nem restaurar as antigas ou danificadas. Cristãos sob a condição de dhimmis estão proibidos de tocar sinos e de expor publicamente seus símbolos religiosos, como cruzes ou textos sagrados. Na presença de muçulmanos, não podem ler em voz alta ou recitar textos religiosos. Os dhimmis devem evitar qualquer postura de oração em público e não podem carregar armas. Além disso, comprometem-se a não impedir que outros membros de sua própria religião se convertam ao islã, estão obrigados a honrar o islã e os muçulmanos e a não ofendê-los da forma que for.

O Estado Islâmico baseia todas essas medidas no Corão (sura 9, verso 29), que leva o título de “O Arrependimento”. Ali está escrito acerca dos cristãos e dos judeus: “Dos adeptos do Livro, combatei os que não crêem em Deus [Alá] nem no último dia e não proíbem o que Deus [Alá] e seu Mensageiro [Maomé] proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo”. O xeque Hussein Bin Mahmud, proeminente autor nos fóruns jihadistas na internet, opina a respeito: “Esse é um claro texto divino. Todo aquele que lê o Corão vê isso”. A humilhação que envolve o status de dhimmi é tributada à incredulidade dos próprios cristãos, segundo explica Bin Mahmud: “Como infiéis, eles são indignos e desprezíveis e devem ser tratados como tais”.

Iraquianos fugindo de Mosul.

Segundo o acordo, uma transgressão desse contrato significa passarem a ser tratados como “inimigos”. A alternativa à assinatura do contrato de dhimmi é “a espada”. No começo de agosto, os milicianos do EI em Tel Afar, uma cidade a oeste de Mosul, prenderam aproximadamente 100 cristãos e yasidis; os homens foram mortos e suas mulheres e filhas vendidas como escravas. De forma oficial, os líderes religiosos islâmicos decidem nesses casos: mulheres e moças cristãs são consideradas “propriedade legítima dos muçulmanos”.

Como os cristãos de Mosul não quiseram submeter-se ao acordo como dhimmis, só lhes restou a fuga. Seus bens foram consfiscados. A prova de que as ações do EI foram planejadas sistematicamente e muito bem organizadas pode ser vista na marcação dos imóveis dos cristãos: a letra árabe N (de “Nasara”, nazareno, cristão) acompanhada da inscrição “Propriedade do Estado Islâmico”.

Especialmente chocante para os cristãos de Mosul que viram essa identificação de suas propriedades, foi o comportamento de seus vizinhos muçulmanos, gente com quem conviviam pacificamente há décadas, agora colaborando voluntariamente com o procedimento do EI. De repente eles afirmaram: “Esta terra pertence ao islã! Os cristãos não devem viver aqui!” Um refugiado cristão de Mosul contou: “Quando os homens do EI entraram em nossa cidade, as pessoas os saudaram com júbilo – e expulsaram os cristãos”.

Na segunda semana de agosto de 2014, o arcebispo caldeu católico de Mosul, Amel Nona, que vive no exílio em Irbil, declarou diante de um jornalista italiano: “Nossos sofrimentos atuais são apenas uma prévia daquilo que espera pelos cristãos europeus e ocidentais em futuro próximo”. E mais: “Vocês precisam dar-se conta da realidade aqui no Oriente Médio, porque o número de muçulmanos que vocês recebem em seus países torna-se cada vez maior. Seus princípios liberais e democráticos não valem nada aqui”.

Em relação aos milhões de muçulmanos na Europa, ele declarou: “Vocês terão de tomar decisões fortes e corajosas, nem que seja às custas de seus próprios princípios”. O jornal italiano Corriere della Sera o descreveu como “um homem marcado pelo sofrimento”, que “não se rendeu”. O arcebispo Nona, conforme suas experiências, ainda vê “uma possibilidade de interromper o êxodo cristão do lugar onde o cristianismo tem raízes bem anteriores ao islamismo: Combater violência com violência!”. Resta ver se os recentes bombardeios às posições do EI poderão impedir o seu avanço. (Johannes Gerloff — israelnetz.de — chamada.com.br)

Nota:

  1. Mais informações em www.judeusdospaisesarabes.com.br.

Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite novembro de 2014

7 opiniões sobre “O Apocalipse do Cristianismo Iraquiano”

  1. Devemos interceder pelos cristãos em todo o mundo, que são perseguidos e sofrem duras penas por defenderem aquilo em que acreditam, a fé cristã. Fico estarrecida com vários noticiários que tenho visto ultimamente na TV e outros meios de comunicação. Perto do que cristãos em outros países sofrem, vemos que não sofremos nada por aqui (ainda). Piadinhas de mau gosto, chacotas, zombarias, não são nada perto das torturas psicológicas e físicas que muitos cristãos em vários países sofrem. Muitos são torturados e mortos por amor à Palavra da Cruz, por amor a Jesus, nosso Senhor e Salvador.

    Que Deus dê forças aos cristãos nesses países para terem forças e focarem seus olhos no alvo, que é Jesus, só assim, conseguirão enfrentar tanta dor e sofrimento. Mas esses que suportarem a dor e humilhação até o fim, não se importando de perder a dignidade e até a vida, serão recompensados por Deus, terá no céu um galardão e gozará ao lado de Jesus, a vida plena, sem dor, sem tristezas, lugar de paz e de felicidade, lugar de amor eterno, lugar de vida eterna. A recompensa destes cristãos não será aqui na vida terrena, mas na eternidade, no Reino dos Céus, amém por isso.

    Irmão, seu site tem sido canal de bênçãos na vida de muita gente, inclusive na minha. Obrigada por ter me dado notícias da moça, graças a Deus ela saiu do hospital. Mas não me respondeu se o que ela tem é depressão apenas. Deus o abençoe na divulgação do evangelho aqui no site e por onde passar.

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    1. A paz do Senhor Jesus seja contigo, irmã. Obrigado pelas suas participações, orações e palavras de incentivo aos nossos irmãos e irmãs.

      O caso dessa moça é muito mais grave que possamos imaginar. Ela conta apenas parte dos seus sofrimentos. É como uma colcha de retalhos que vai sendo formada com os comentários dela própria, do marido, do pai e agora também de uma ex-colega de sala e membro da mesma congregação.

      Essa moça tem depressão sim, mas como ela foi gerada por uma mãe viciada em cocaína e álcool (o pai também era) ela nasceu com algumas deficiências neurológicas e não se dá conta disso. As pessoas da família dela não querem reconhecer que ela é especial e querem que ela seja bem sucedida à base da força, da cobrança, da comparação com primos e prima, etc. e não do amor.

      Ela foi criada por um pai adotivo, já que o pai biológico abandonou a mãe na gravidez e a própria mãe veio a falecer quando ela tinha 3 anos de idade. O pai casou-se com a irmã da mãe biológica, mas essa “tia/madrasta” tinha inveja da beleza da irmã e nunca adotou afetivamente a sobrinha. Sempre foi uma madrasta na expressão que o mundo conhece.

      E com isso, a moça cresceu carente de amor, compreensão e foi alvo fácil de aproveitadores de todo tipo. Ela chegou a ser abusada aos 6 anos de idade e muitas outras coisas. Aos 14 foi estuprada pelo namoradinho e mais 2 colegas dele. Engravidou-se e o pai entregou o filho a outra família, quando nasceu, porque a moça era infantil e despreparada e a “tia/madrasta” recusou-se a criar a criança.

      Desenvolveu doenças neurológicas, traumas psicológicos, síndromes de todo tipo e até doenças cardíacas. Vice à base de medicamentos e casou-se cedo porque a “tia/madrasta” a empurrou para um homem que tinha a idade do pai e que se encantou com ela.

      Graças a Deus porque esse homem veio a revelar-se um instrumento de Deus na vida dela, amoroso, protetor, guardião. Um verdadeiro marido segundo os princípios cristãos. Mas toda a família dele é contra ela, inclusive o sogro,que tem dado de cima dela, com intenções malignas.

      Irmã, ponha essa moça em sua lista de intercessões, pois ela realmente necessita de todo apoio espiritual que possamos dar a ela.

      O Senhor lhe abençoe e recompense, em Nome de Jesus.

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      1. Amém, irmão. Obrigada pela informação. Realmente então a situação é grave, ela é tão jovem e já tão sofrida.Mas graças a Deus, que pelo que falou o marido é muito bom para ela e a protege e dá amor. Irmão, pelo que entendi a moça não sabe de sua condição de ser especial, ter uma deficiência, creio que não saber é mesmo melhor, acho que se ela tomasse ciência de sua deficiência, iria sofrer mais. Melhor que no “mundinho” dela, nos seus sonhos e pensamentos, ela pense não ter tal problema, é só uma opinião não sei se concorda. Pensei em deixar uma mensagem para ela na seção que ela escreve falando para ela não deixar a deficiência tirar sua alegria, mas acho que ela não sabe de seu problema de deficiência, né? Acho que é melhor mesmo não saber. Nem vou escrever nada sobre isso, pensei melhor.

        Sabe, há famílias que não aceitam bem as deficiências de filhos, cônjuges etc. por ignorância ou por preconceito. Mas sabe, essas pessoas especiais muitas vezes nos ensinam mais que pessoas sem problemas. Porque são amorosas e têm uma certa ingenuidade, uma pureza de coração, repare que deficientes geralmente não tem preconceitos, gostam de abraçar e beijar as pessoas sem se importar se a pessoa está limpa ou não, se é rico ou pobre, se é culto ou analfabeto… Eles conseguem amar sem se ligar em regras que são impostas pela sociedade.

        Conheço um rapaz deficiente, com síndrome de Down, ele apesar de ter mais de 30 anos, é um rapaz infantil, age como criança as vezes, outras vezes age como um adolescente. Esse rapaz abraça a todos sem distinção, é um amor. Sempre que me vê, me abraça, me beija, vejo a pureza nele. Ele gosta de tocar gaita e as vezes gosta de “flertar” com as garotas rsrs, mas no fundo, ele é uma pessoa que ensina a todos o que é amar o próximo sem se importar com a aparência ou com o que a pessoa possui.

        Essa moça, não sei o grau de sua deficiência, mas com certeza, ela é uma pessoa que pode ensinar para muita gente o significado de amar sem interesse. É uma pena a família não aceitar seu problema, deveriam amá-la, cobri-la de proteção, tentar amenizar tudo de ruim que já passou e passa. Uma criança que sofre o que ela sofreu na infância, mesmo que não fale, fica marcada, e quando se é vítima pela segunda vez… sem palavras, muito triste mesmo. Que Deus tenha misericórdia dessa moça, que parece que se casou muito nova (hoje eu acho que quem casa antes dos 25 anos é muito jovem rsrs). Não sei se entendi errado, mas a madrasta empurrou ela para se casar para poder se livrar da enteada talvez… Muito triste, nem tenho palavras. Deus o abençoe e obrigada pela resposta.

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        1. Irmã, você pode e deve comentar na seção que ela participa, porém com palavras de incentivo, de amor e compreensão, apoio.

          Pessoas especiais não podem ser cobradas no que não conseguem fazer, mas devem ser parabenizadas se conseguem avanços, mesmo que pequenos aos nossos olhos.

          E ela necessita muito das orações e apoio de todos, especialmente porque, sendo muito linda de rosto e corpo e sendo carente de amor, é muito visada por maus elementos.

          O Senhor continue lhe abençoando, em Nome de Jesus.

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          1. Irmão, entendi. Pessoas especiais são mais vulneráveis a assédios e ela sendo linda como disse, precisa haver mais cuidado ainda, mais proteção da parte do marido, que pelo jeito é quem cuida dela. Que Deus venha suprir as carências dela de amor.

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  2. Meu nome é Itamar , primeiramente peço desculpas por mandar este e mail no lugar errado, porém pastor preciso da sua ajuda .. Estou namorando a um ano com uma moca da minha igreja , nos participamos do ministério e tudo , todavia nesses últimos meses meu sentimento por ela está se esfriando. Não sinto mais nada. Não consigo mais sentir .. Estou pensando em terminar com ela , pois seria injusto eu continuar com uma pessoa que eu não ame . pastor , me ajude , o que faço ?

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