Arquivo da categoria: Curso de Teologia

Curso de Teologia Gratuito em BH – Início 01 de Fevereiro 2015


CURSO DE TEOLOGIA EM BELO HORIZONTE

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2 Tm 3:16)

Amados irmãos e irmãs,

A Igreja Batista Príncipe da Paz, na rua Paracatu, 62 – Barro Preto, Belo Horizonte, possui um curso de teologia completo, rápido e totalmente gratuito.

São 3 módulos, de 4 meses cada um, próprio para quem não quer perder tempo com cursos de longa duração.

Aulas somente aos domingos, das 8 às 12 h. 

Início das aulas: 01 de Fevereiro de 2015

Algumas disciplinas do módulo que se inicia agora:

1) Antigo Testamento: Livros Proféticos;

2) Teologia Sistemática: Cristologia, Soteriologia, Pneumatologia;

3) Novo Testamento: Cartas Paulinas

4) Seitas e Heresias

5) Rudimentos das Doutrinas de Cristo

Se você mora em Belo Horizonte ou região metropolitana e desejar mais informações, deixe comentário ou me envie email

joseadelsondenoronha@gmail.com

ou ligue:  (31) 3271-6751.

Que o Senhor abençoe a todos com o pleno conhecimento de Jesus Cristo.

 

Vejam fotos do módulo 5 – Rudimentos das Doutrinas de Cristo, ministrado no Espaço Caravelas, Condomínio Nossa Fazenda

Curso Rudimentos das Doutrinas de Cristo, 28set13 - Espaço caravelas - 3

Dia 07 dezembro 2014, Avaliação do Módulo

 

José Adelson de Noronha

Jerusalém Através dos Séculos


“Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria” (Sl 137.5-6).

Orei Davi fez de Jerusalém a capital de seu reino e o centro religioso do povo judeu em 1003 a.C. (2 Sm 5.7-12). Cerca de 40 anos mais tarde, seu filho Salomão construiu o templo (centro religioso e nacional do povo de Israel ) e transformou a cidade em próspera capital de um império que se estendia do Eufrates até o Egito (1 Rs 6 a 10).

Nabucodonosor, rei de Babilônia, conquistou Jerusalém em 586 a.C., destruiu o templo e exilou seu povo (Dn 1.1-2). Cinqüenta anos depois, com a conquista de Babilônia pelos persas, o rei Ciro permitiu que os judeus retornassem à sua pátria e lhes concedeu autonomia. Eles construíram o segundo templo no local do primeiro e reconstruíram a cidade e suas muralhas (Ed 6; Ne 3 a 6).

Alexandre Magno conquistou Jerusalém em 332 a.C. Após sua morte, a cidade foi governada pelos ptolomeus do Egito e mais tarde pelos selêucidas da Síria. A helenização da cidade atingiu o auge sob o rei selêucida Antíoco IV (Epifânio); a profanação do templo e a tentativa de anular a identidade religiosa dos judeus deram origem a uma revolta.

Liderados por Judas Macabeu, os judeus derrotaram os selêucidas, reconsagraram o templo (164 a.C.) e restabeleceram a independência judaica sob a dinastia dos hasmoneus, que se conservou no poder durante mais de 100 anos, até que Pompeu impôs a lei romana a Jerusalém. O rei Herodes (Lc 1.5), o edomita que foi posto no poder pelos romanos para governar a Judéia (37- 4 a.C.), estabeleceu instituições culturais em Jerusalém, construiu majestosos edifícios públicos e remodelou o templo, transformando-o num edifício de glorioso esplendor.

A revolta dos judeus contra Roma irrompeu em 66 d.C., pois o governo romano tornara-se cada vez mais opressivo após a morte de Herodes. Durante alguns anos Jerusalém esteve livre da opressão estrangeira, até que em 70 d.C. as legiões romanas comandadas por Tito conquistaram a cidade e destruíram o templo. A independência judaica foi restaurada por breve período durante a revolta de Bar-Kochba (132-135 d.C.), mas os romanos novamente triunfaram. Os judeus foram proibidos de entrar em Jerusalém; o nome da cidade foi mudado para Aelia Capitolina e os romanos a reconstruíram, dando-lhe as feições de uma cidade romana.

Por um século e meio, Jerusalém foi uma pequena cidade de província. Esse quadro modificou-se radicalmente quando o imperador bizantino Constantino transformou Jerusalém em um centro cristão. A Basílica do Santo Sepulcro d.C.) foi a primeira de um grande número de majestosas construções que se ergueram na cidade.

Os exércitos muçulmanos invadiram o país em 634 d.C. e quatro anos mais tarde o califa Omar conquistou Jerusalém. Somente durante o reinado de Abd el-Malik, que construiu o Domo da Rocha (Mesquita de Omar) em 691 d.C., Jerusalém foi por um rápido período a residência do califa. Após um século de domínio da dinastia omíada de Damasco, Jerusalém passou, em 750 d.C., a ser governada pela dinastia dos abássidas de Bagdá, em cuja época começou o declínio da cidade.

Os cruzados conquistaram Jerusalém em 1099 d.C., massacraram seus habitantes judeus e muçulmanos e fizeram da cidade a capital do Reino Cruzado. Sob o domínio dos cruzados, sinagogas foram destruídas, velhas igrejas foram reconstruídas e muitas mesquitas transformadas em templos cristãos. Os cruzados dominaram Jerusalém até 1187 d.C., quando a cidade foi conquistada por Saladino, o curdo.

Os mamelucos, que eram a aristocracia feudal militar do Egito, governaram Jerusalém a partir de 1250 d.C. Eles construíram numerosos e elegantes edifícios, mas viam a cidade apenas como um centro teológico muçulmano e a arruinaram economicamente, por seu desleixo e impostos exorbitantes.

Os turcos otomanos, cujo domínio se prolongou por quatro séculos, conquistaram a cidade em 1517 d.C. Suleiman, o Magnífico, reconstruiu as muralhas de Jerusalém (1537), construiu o Reservatório do Sultão e instalou fontes públicas por toda a cidade. Após sua morte, as autoridades centrais de Constantinopla demonstraram pouco interesse por Jerusalém. Durante os séculos XVII e XVIII, Jerusalém viveu um de seus piores períodos de decadência.

Jerusalém tornou a prosperar a partir da segunda metade do século XIX. Um crescente número de judeus que retornavam à sua pátria ancestral, o declínio do Império Otomano e o renovado interesse da Europa pela Terra Santa foram os fatores do reflorescimento da cidade.

O exército britânico, comandado pelo general Allenby, conquistou Jerusalém em 1917. Entre 1922 e 1948, Jerusalém foi a sede administrativa das autoridades britânicas na Terra de Israel (Palestina), que fora entregue à Grã-Bretanha pela Liga das Nações após o desmantelamento do Império Otomano no final da Primeira Guerra Mundial. A cidade desenvolveu-se rapidamente, crescendo rumo ao oeste, parte que se tornou conhecida como a “Cidade Nova”.

  • O Monte Sião, Jerusalém

    Baixe esta bela imagem para seu computador.

Com o término do Mandato Britânico em 14 de maio de 1948 e de acordo com a resolução da ONU em 29 de novembro de 1947, Israel proclamou sua independência e Jerusalém tornou-se a capital do país. Opondo-se ao estabelecimento do novo Estado, os países árabes lançaram-se num ataque de várias frentes, o que deu origem à Guerra da Independência em 1948-49. As linhas de armistício, traçadas ao final da guerra, dividiram Jerusalém em duas partes: a Cidade Velha e as áreas ao seu redor, ao norte a ao sul, ficaram sob o domínio da Jordânia; Israel reteve o controle das partes ocidental e sudoeste da cidade.

Jerusalém foi reunificada em junho de 1967, em resultado de uma guerra na qual a Jordânia tentou apoderar-se da parte ocidental da cidade. O quarteirão judeu da Cidade Velha, destruído sob o domínio jordaniano, foi restaurado e os cidadãos israelenses puderam de novo visitar os seus lugares santos, o que lhes tinha sido negado desde 1948 até 1967. — Centro de Informação de Israel

E essa história ainda não acabou…

Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que salvarei o meu povo da terra do oriente e da terra do ocidente; E trá-los-ei, e habitarão no meio de Jerusalém; e eles serão o meu povo, e eu lhes serei o seu Deus em verdade e em justiça. (Zacarias 8.2-8)

Tanto no passado como no presente e também no futuro, Jerusalém foi e será palco de disputas ferrenhas. Mesmo que os 192 Países da ONU não a reconheçam como a capital de Israel, ela será a futura capital do Reino do Messias Jesus Cristo. “Nos últimos dias, acontecerá que… de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor de Jerusalém” (Is 2.3b). Apesar de todas as artimanhas de sedução da “Besta” durante a Tribulação, a Palavra de Deus se cumprirá.

De 22 a 25 de Outubro de 2014, venha para Águas de Lindóia, SP, ouvir especialistas internacionais falarem sobre o futuro de Jerusalém, e de todo o mundo.

Fonte: http://www.chamada.com.br/jerusalem/historia.html

 

Apocalipse, parte 2 – Estudo em Powerpoint


Após termos estudado, na parte 1, sobre as cartas que Jesus escreveu às 7 igrejas da Ásia, exortando aos fiéis e permanecerem firmes até o seu chamamento, estudaremos agora, na parte 2 sobre os capítulos 4 e 5, onde João tem uma visão do Trono de Deus e do Livro selado com sete selos, onde ninguém foi achado digno de abri-lo, a não ser o Cordeiro de Deus.

Apocalipse, parte 2 – Estudo em Powerpoint

 

Este livro, que só Jesus pôde abrir, é o livro que narra a Grande Tribulação, a qual começa a ser revelada no capítulo 6, e que veremos no próximo estudo.

Apocalipse, parte 1 – Estudo em Powerpoint


O nome Apocalipse (em grego: apokalupsis) significa descobrimento de algo que estava oculto, revelação, trazer à luz o que era mistério. É usado no Novo Testamento em várias partes, como por exemplo:

a) o ato de Jesus tirar o véu de trevas que cobria os gentios (Lc 2:32);

b) a comunicação do conhecimento de Deus para a alma (Ef 1:17), e, também, dentre muitas outras

c) a revelação dos julgamentos de Deus nos tempos do fim do reinado de satanás (Ap 1:1)

Era cerca do ano 100 d.C, o apóstolo João estava preso na ilha de Patmos. Grécia. Jesus havia prometido que voltaria e a Igreja estava espalhada em toda parte, em especial, na Ásia menor (atual Turquia).

Jesus aparece a João e ordena que escreva às sete igrejas estabelecidas na Ásia havia cerca de 40 anos.  Todos deveriam saber que ELE reina e que o fim de todas as coisas se aproxima.

Veja nesse primeiro estudo as revelações do Senhor Jesus a João e à Igreja, contidas nos primeiros 3 capítulos.

Apocalipse, parte 1 – Estudo em Powerpoint

 

Veja também o vídeo “A Última Trombeta” sobre revelações próximas a acontecer:

Em estudos subsequentes colocaremos mais seções sobre esse livro tão importante para nós cristãos e, ao mesmo tempo, tão pouco compreendido por nós.

Como Estudar a Bíblia?


PERGUNTA 

Pastor, queria te pedir um conselho sobre como estudar a bíblia. Tenho muita dificuldade de encontrar um método de lê-la no meu dia a dia. Faço faculdade durante praticamente o dia inteiro, de noite geralmente eu fico com muito sono e não consigo estudá-la apropriadamente por isso. Tenho pensado em levar algo para eu ler durante o meu transporte para casa, mas me sinto um pouco culpada por isso.

Quero que Deus seja a parte mais importante do meu dia, e não simplesmente encaixá-lo nos momentos que “sobram”. Tenho disponibilidade maior nos fins de semana, que é onde o meu estudo se dá na maior parte. Mas mais uma vez, isso é tolice da minha parte, já que estou deixando para o Senhor apenas os momentos “livres” da minha semana? Além disso, também não sei como estudar a bíblia. Sou relativamente nova na fé, e não sei se a melhor opção é lê-la desde o começo, ou começar com livros específicos como Salmos, por exemplo. 

Queria pedir a sua opinião quanto à isso. Obrigada desde já; e que Deus seja louvado por sua vida, que é uma benção para todos aqui !

 

RESPOSTA 

Irmã, que a graça e a paz do Senhor esteja em seu coração. 

É louvável sua intenção em buscar a Palavra de Deus com prioridade, pois é nela que temos vida de fato. Por ela somos alimentados no espírito e fortalecidos em nosso crescimento espiritual. 

Quando nascemos, gerados pelos pais, nós somos mamíferos, porque nosso primeiro e essencial alimento é o leite materno. Mas quando nascemos do Espírito Santo, somos “verbíferos”, porque nosso alimento essencial, vital, é o Verbo, a Palavra de Deus: “Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca” (Sl 119:103). 

Leia a Bíblia com a mesma necessidade de um bebê que necessita do leite materno para viver. O Senhor ama alimentar aos que “choram” pela Palavra, pois por ela é que somos vivificados: “Ouve, Senhor, a minha voz, segundo a tua bondade; vivifica-me segundo os teus juízos” (Sl 119:149)

Eu tenho o hábito de ler a Bíblia regularmente e me esforço para lê-la inteira, completa, a cada ano e não me arrependo dos meus esforços nesse sentido. Pelo contrário, sou bem-aventurado, conforme diz o salmo 1: “bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detêm no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto faz será bem sucedido” (Sl 1:1-3) 

Mas, em seu caso, em que já assumiu compromisso com os pais de fazer a faculdade, você deve honrá-los e continuar esforçando-se para fazer bem, formar bem, dar-lhes essa alegria. O Senhor sabe que vivemos num mundo onde há cobranças de toda espécie e pressões variadas. Estudar, formar e trabalhar são algumas delas, até mesmo porque o pecado do homem o obrigou a ganhar o sustento com esforço. 

Por isso, não se culpe tanto por não ter mais tempo com o Senhor, pois o que conta não a quantidade de tempo, mas sim a qualidade. Quando sentar para ler a Palavra, ponha seu coração ali, esquecendo-se do resto. Entre nas histórias, nas narrativas. Use de sua imaginação e aproxime-se de Jesus, em espírito, e seja mais um dos discípulos que estão à sua roda, ouvindo-O. 

Procure ler pausadamente, de preferência em voz alta, que é para manter o foco e também para ouvir o som das palavras. Veja as palavras escritas. Mastigue-as. Recebo muitas revelações assim, quando certa palavra, já lida tantas e tantas vezes anteriormente, de repente salta aos meus olhos fazendo sentido no contexto. 

Ore antes de começar a leitura, pedindo ao Senhor que fale com você, que lhe ensine e ore depois, reconhecendo a verdade nas Palavras lidas e pedindo ao senhor que a transforme, que limpe seu coração e que edifique sua vida. 

Copie à mão, num pedaço de papel um ou dois versículos que mais lhe chamaram a atenção, para meditar neles durante o dia, quando, por exemplo, estiver num ponto de ônibus, numa fila, num momento sem compromisso. Também é bom que você tenha a Bíblia Falada em seu Ipod ou celular, para ouvi-la nos trajetos de locomoção.

Divisão em Blocos 

Uma técnica que uso, para facilitar-me e não tornar monótona a leitura durante o ano, é dividir a Bíblia em três blocos e, a cada dia, alternar a leitura deles:

bloco 1) De gênesis até Ester e mais os Profetas;

Bloco 2) de Jó a Cântico dos cânticos;

Bloco 3) Todo o Novo Testamento 

O bloco 1 fala da Antiga Aliança, da Lei e aponta em todos os seus livros, para o Messias, que é Jesus;

O bloco 2, são livros poéticos, que exaltam o Messias que virá;

O bloco 3, revela quem é o Messias, o Cristo. Fala da Graça maravilhosa . Fala da beleza de Jesus e de como deveremos viver o Reino de Deus.

Eu oro para que o Senhor lhe conceda graça e paz em multiplicação, para que a cada dia esteja louvando e glorificando mais a Jesus, o amado de nossas almas.

José Adelson de Noronha