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Curso de Teologia Gratuito em BH – Início 01 de Fevereiro 2015


CURSO DE TEOLOGIA EM BELO HORIZONTE

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2 Tm 3:16)

Amados irmãos e irmãs,

A Igreja Batista Príncipe da Paz, na rua Paracatu, 62 – Barro Preto, Belo Horizonte, possui um curso de teologia completo, rápido e totalmente gratuito.

São 3 módulos, de 4 meses cada um, próprio para quem não quer perder tempo com cursos de longa duração.

Aulas somente aos domingos, das 8 às 12 h. 

Início das aulas: 01 de Fevereiro de 2015

Algumas disciplinas do módulo que se inicia agora:

1) Antigo Testamento: Livros Proféticos;

2) Teologia Sistemática: Cristologia, Soteriologia, Pneumatologia;

3) Novo Testamento: Cartas Paulinas

4) Seitas e Heresias

5) Rudimentos das Doutrinas de Cristo

Se você mora em Belo Horizonte ou região metropolitana e desejar mais informações, deixe comentário ou me envie email

joseadelsondenoronha@gmail.com

ou ligue:  (31) 3271-6751.

Que o Senhor abençoe a todos com o pleno conhecimento de Jesus Cristo.

 

Vejam fotos do módulo 5 – Rudimentos das Doutrinas de Cristo, ministrado no Espaço Caravelas, Condomínio Nossa Fazenda

Curso Rudimentos das Doutrinas de Cristo, 28set13 - Espaço caravelas - 3

Dia 07 dezembro 2014, Avaliação do Módulo

 

José Adelson de Noronha

Porque Deus se fez homem?


Por que razão Deus, sendo onipotente, tomou a humildade e a enfermidade da natureza humana e foi crucificado? 

O texto abaixo é um condensado do trabalho CUR DEUS HOMO, de autoria de Santo Anselmo, escrito em 1098. Anselmo nasceu na Itália no ano de 1033, e se tornou Monge beneditino italiano. Canonizado em 1163, foi declarado doutor da igreja em 1720.

 Por Marco Antônio de Souza

 

“Tenho sido rogado freqüentemente por muitos, oralmente e por carta, que expusesse por escrito porque necessidade e por que razão Deus, sendo onipotente, tomou a humildade e a enfermidade da natureza humana para poder salvá-los. Tentarei satisfazer aos seus pedidos, não para que pela razão se aproximem da fé, mas para que se deleitem das coisas que crêem pela inteligência e pela contemplação, e possam, o quanto possam, estarem preparados para darem uma satisfação àqueles que lhes perguntarem sobre a nossa esperança. Vejamos primeiramente o que é pecar, e o que é satisfazer pelo pecado. Se o anjo ou o homem sempre dessem a Deus o que lhe é devido, nunca pecariam, pois nada mais é pecar do que não dar a Deus o que lhe é devido, isto é, toda a vontade da criatura racional sujeita à vontade de Deus. Quem não dá a Deus isto que lhe é devido, tira de Deus o que lhe é devido e o desonra, e isto é pecar. Enquanto não devolver o que é devido, permanece em culpa. Não é suficiente, porém, devolver o que lhe foi tirado, pois pela injúria feita sempre deve-se devolver mais do que se tirou. É assim que não é suficiente para quem lesa a saúde de outro que lhe devolva a saúde, pois deve também, pela dor impingida, recompensar-lhe com algo mais. Do mesmo modo não é suficiente para quem viola a honra de alguém que lhe devolva a honra, pois deve também, de acordo com o dano que lhe causou, restituir-lhe algo a mais que seja de seu agrado. 

Mas com que poderás resgatar a Deus pelo teu pecado? Arrependimento, um coração contrito e humilhado, abstinências, trabalhos corporais, misericórdia no dar e no perdoar e obediência? Em tudo isto, porém, o que dás a Deus? Ao dares a Deus algo que já lhe devias, mesmo que não tivesses pecado, não podes computar isto como o resgate que lhe deves pelo teu pecado. O que, pois, lhe darás pelo teu pecado? Se eu mesmo, e tudo o que eu posso, mesmo quando não peco, e Ele o devo para que não peque, nada mais terei com que possa resgatar pelo pecado. Entretanto, ainda que estas coisas não as devesse já a Deus, mesmo estas não seriam suficientes para resgatar do pecado, mesmo de um pecado tão pequeno como um olhar contra a vontade de Deus. Considera quão grave é o pecado. Se estás na presença de Deus e alguém te dissesse: “Olha”, e Deus, ao contrário: “De modo algum quero que olhes”, pergunta em teu coração qual é o motivo que justificaria ir contra a vontade de Deus. Se necessário fosse olhar para que todo o mundo e tudo o que não é Deus não perecesse e não voltasse ao nada, mesmo se houvessem muitos mundos cheios de criaturas e que estas se multiplicassem ao infinito, nem por isto deverias olhar, o que não significa outra coisa senão que tudo isto é de menos valor do que a gravidade do pecado. Ninguém, pois, poderá satisfazer pelo pecado, por menor que seja, a não ser quem puder resgatar pelo pecado do homem com algo que seja maior do que tudo o que não é Deus. 

Ora, somente poderá dar algo de seu a Deus que seja maior do que tudo o que há debaixo de Deus aquele que for maior do que tudo aquilo que não é Deus. Ninguém, porém está acima de tudo o que não é Deus senão Deus. Portanto, não poderá satisfazer pelo pecado do homem ninguém, senão só Deus. Mas também não o poderá fazer, se não for homem, caso contrário não será o homem que dará a satisfação. É necessário, portanto, que esta satisfação venha do Deus homem. A razão, portanto, nos ensina que quem satisfará pelo pecado do homem deve possuir algo maior do que tudo o que há debaixo de Deus, e que o dê espontaneamente, e não por uma obrigação, a Deus. Deverá, pois, se pôr a si mesmo para a honra de Deus, ou algo de si mesmo que de algum modo já não o devesse a Deus. Se, porém, o Filho de Deus der a sua vida a Deus, ou se se oferecer à morte para a honra de Deus, isto Deus não o exigiria dele, porque a morte entrou no mundo pelo pecado, e o Deus homem não tendo pecado, não seria obrigado a morrer. É fácil também ver que a morte deste homem é maior do que tudo aquilo que há ou pode haver no mundo. 

Considera que se alguém te dissesse: “Se não matares este homem, perecerá todo este mundo e tudo o que não é Deus”, deverias matá-lo para conservar todas as demais criaturas? Não o farias, certamente, mesmo que te mostrassem um número infinito de criaturas. E se te dissessem: “Ou o matas, ou todos os pecados do mundo cairão sobre a tua alma”? Deverias responder que mais preferirias que caíssem sobre a tua alma todos os pecados não só deste mundo, como de todos os que existiram e de todos os que existirão, do que matar a este homem. Mas por que esta é a resposta que deverias dar, senão porque a vida deste homem, ou mesmo uma sua pequena lesão, vale mais do que todos os pecados do mundo? De onde que se segue que esta vida é mais amável do que são odiáveis todos os pecados. Não vês que um bem tão amável pode ser suficiente para pagar o que é devido pelos pecados de todo o mundo? 

Na verdade o pode mais ao infinito. Vê-se, portanto, como esta vida pode vencer todos os pecados, se por eles for entregue. Se, porém, o Filho de Deus oferecer espontaneamente a Deus um dom tão grande assim, não é justo que fique sem retribuição. Mas o que se lhe dará que como Deus já não o tivesse, ou o que se lhe perdoará, se nada devia? Antes que o Filho oferecesse sua vida ao Pai, tudo o que era do Pai também era seu, e nunca deveu nada que pudesse ter que lhe ser perdoado. Vê-se, assim, por um lado, a necessidade de ser recompensado, e por outro, a impossibilidade de se o fazer. Mas se o Filho quisesse o que a si é devido, dá-lo a outrem, poderia o Pai proibi-lo? Mas a quem mais convenientemente atribuiria o fruto e a retribuição de sua morte senão àqueles por quem se fez homem para os salvar e aos quais morrendo deu o exemplo de morrer pela justiça? Inutilmente seriam seus imitadores, se não pudessem ser partícipes de seus méritos. Ou a quem mais justamente faria herdeiros da dívida, da qual ele não necessita, e da exuberância de sua plenitude, do que aos seus pais e irmãos? Nada mais racional, nada mais doce, nada mais desejável o mundo jamais poderá ouvir. 

É evidente que Deus jamais rejeitará a nenhum homem que dele se aproxime sob a tutela de seu nome. Verdadeiramente quem sobre este fundamento edifica, está alicerçado sobre uma rocha firme. Quem poderá conceber uma misericórdia maior do que o pecador, condenado ao eterno tormento, sem ter como se redimir, ao qual Deus Pai se dirige e lhe diz: “Aceita o meu Filho Unigênito, e ele te redimirá?” E o próprio Filho: “Toma-me contigo, e redime-te?” 

Pois é de fato isto o que dizem, quando nos chamam à fé cristã e a ela nos trazem” 

Santo Anselmo “Cur Deus Homo”

Apocalipse, parte 2 – Estudo em Powerpoint


Após termos estudado, na parte 1, sobre as cartas que Jesus escreveu às 7 igrejas da Ásia, exortando aos fiéis e permanecerem firmes até o seu chamamento, estudaremos agora, na parte 2 sobre os capítulos 4 e 5, onde João tem uma visão do Trono de Deus e do Livro selado com sete selos, onde ninguém foi achado digno de abri-lo, a não ser o Cordeiro de Deus.

Apocalipse, parte 2 – Estudo em Powerpoint

 

Este livro, que só Jesus pôde abrir, é o livro que narra a Grande Tribulação, a qual começa a ser revelada no capítulo 6, e que veremos no próximo estudo.

Apocalipse, parte 1 – Estudo em Powerpoint


O nome Apocalipse (em grego: apokalupsis) significa descobrimento de algo que estava oculto, revelação, trazer à luz o que era mistério. É usado no Novo Testamento em várias partes, como por exemplo:

a) o ato de Jesus tirar o véu de trevas que cobria os gentios (Lc 2:32);

b) a comunicação do conhecimento de Deus para a alma (Ef 1:17), e, também, dentre muitas outras

c) a revelação dos julgamentos de Deus nos tempos do fim do reinado de satanás (Ap 1:1)

Era cerca do ano 100 d.C, o apóstolo João estava preso na ilha de Patmos. Grécia. Jesus havia prometido que voltaria e a Igreja estava espalhada em toda parte, em especial, na Ásia menor (atual Turquia).

Jesus aparece a João e ordena que escreva às sete igrejas estabelecidas na Ásia havia cerca de 40 anos.  Todos deveriam saber que ELE reina e que o fim de todas as coisas se aproxima.

Veja nesse primeiro estudo as revelações do Senhor Jesus a João e à Igreja, contidas nos primeiros 3 capítulos.

Apocalipse, parte 1 – Estudo em Powerpoint

 

Veja também o vídeo “A Última Trombeta” sobre revelações próximas a acontecer:

Em estudos subsequentes colocaremos mais seções sobre esse livro tão importante para nós cristãos e, ao mesmo tempo, tão pouco compreendido por nós.