Arquivo da categoria: Palavra de Deus

Precisamos de um Sexto Fundamento


Tim LaHaye

Meu amigo e editor da florescente revista World, que está em sintonia com as notícias da atualidade, escreveu um excelente artigo sobre o que constituem os “fundamentalistas” do tempo passado e aqueles da mídia secular. Nesse artigo, ele cita o brilhante teólogo J. Gresham Machem, o estudioso presbiteriano reformado que definiu os “cinco fundamentos”, escritos pouco depois da virada do século, em torno dos anos 1920.

Um estudo sobre a vida religiosa na América durante aqueles dias expôs a liberalização grosseira de muitos seminários denominacionais, particularmente naquilo que a mídia chama de igrejas “tradicionais”. Ele definiu as crenças centrais mínimas da igreja fundamental como seguem:

(…) a inspiração e infalibilidade da Bíblia, o nascimento virginal de Cristo, a obra expiatória da morte de Jesus, a ressurreição física de Jesus e a realidade histórica dos milagres de Cristo. Esses “fundamentos” eram vistos pelos crentes ortodoxos como alicerces de sua fé cristã – como se fossem as vigas mestras nas quais o restante da estrutura se apóia.[1]

Machem foi um grande defensor da fé, especialmente da inspiração das Escrituras e do nascimento virginal de Jesus. Alguns de seus debates com os liberais, em sua própria denominação, eram como que lendas para a maioria de nós que estudávamos em faculdades e instituições de pós-graduação cristãs conservadoras. Tremo só em pensar o que seria o cristianismo hoje se Machem e sua geração de pregadores, estudiosos e escritores fundamentalistas, além daqueles envolvidos em estudos de nível superior, não tivessem tomado o bordão e lutado as batalhas das guerras pré-anos 60, que fizeram com que os teólogos liberais e a mídia secular os insultassem, distorcessem e degradassem tanto quanto o fizeram. A voz do verdadeiro cristianismo teria morrido se eles não tivessem tomado uma posição agressiva em favor da verdade. Felizmente, o Espírito Santo os guiou e a muitos outros homens e mulheres de Deus que tomaram a Bíblia literalmente e edificaram igrejas que crêem nas Escrituras, e também faculdades cristãs e seminários fiéis, que se levantaram ajudando a Igreja a voltar para uma força vital na América, onde atualmente quase 70 milhões de cidadãos afirmam abertamente que tiveram a experiência do “novo nascimento” em Jesus Cristo. Essas igrejas que crêem na Bíblia estão se levantando em todos os lugares, tanto que na época das eleições muitos políticos buscam abertamente o voto “evangélico”.

Embora possamos agradecer sinceramente a Deus pelo valioso trabalho deles por amor ao Senhor durante a primeira metade do século passado, a igreja de hoje deveria assumir a causa do sexto fundamento que eles infelizmente omitiram ou negligenciaram. Trata-se do ensinamento sobre a Segunda Vinda de Jesus – Sua promessa de arrebatar Seus santos para o céu antes dos sete anos de Tribulação seguidos por Seu Glorioso Aparecimento, quando o Salvador estabelecerá Seu reino de paz sobre o qual reinará como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” por mil anos. Ele amarrará Satanás durante todo esse período, após o que as coisas ficarão melhores ainda. Ele levará todos os Seus santos, ou seja, aqueles que colocaram a fé em Sua salvação sacrificial pelos nossos pecados, e nos levará a todos para o céu para sempre.

Há 109 profecias sobre a primeira vinda de Cristo, mas há 224 que prevêem Sua Segunda Vinda.

O motivo pelo qual eu digo que esse ensino sobre a Segunda Vinda é parte integrante das doutrinas fundamentais da Igreja Primitiva é que esse foi o primeiro ensinamento dos cristãos do primeiro século e tem sido assim desde os dias do apóstolo Paulo. Os dois primeiros livros de Paulo, 1 e 2 Tessalonicenses, podem ter sido os primeiros livros do Novo Testamento. Muitos estudiosos pensam que esses livros foram escritos cerca de dezoito anos depois de Pentecostes, para uma jovem igreja que Paulo fundara em Tessalônica. Essa era uma cidade grega forte, cheia de pensamento religioso pagão. Paulo ministrou a esses jovens cristãos por apenas três semanas, até que judeus invejosos o fizeram sair da cidade (At 17.1-9). Leia todos os oito capítulos e sublinhe as referências à Segunda Vinda de Cristo, e você verificará que esse evento é mencionado em todos os capítulos. O Dr. Mark Hitchcock tem um novo livro sobre profecia no qual menciona que há mais de 300 referências à vinda do Senhor no Novo Testamento, que tem apenas 260 capítulos. As profecias compõem 28% da Bíblia. Há mais que 300 profecias relativas à vinda de Cristo no Novo Testamento – uma em cada 30 versículos. Ele também afirma que há 109 profecias sobre a primeira vinda de Cristo (as quais Ele cumpriu completamente), mas há 224 que prevêem Sua Segunda Vinda. Vinte e seis livros do Novo Testamento se referem à promessa de Sua vinda, e três desses foram cartas pessoais a indivíduos. O restante destaca essa importante doutrina que foi pregada nos primeiros dias da Igreja.

Tenho lido que todos os concílios da Igreja desde o primeiro século até os dias de hoje se referiram ao retorno de nosso Senhor. Portanto, estou bastante embasado para me referir à Segunda Vinda como uma doutrina fundamental da Igreja, que deveria ter sido incluída pelo Dr. Machem e seus amigos. Podemos entender a relutância dele em trazer esse assunto à baila, pois, na Igreja Reformada, o tema não ocupava uma posição importante na visão que eles tinham sobre “a fé uma vez entregue aos santos”. A maior parte dos irmãos reformados tem seguido a linha de Agostinho: este ensinava que, embora a Bíblia devesse ser tomada literalmente, as profecias deveriam ser interpretadas de forma simbólica ou alegórica – ou espiritualizadas. Infelizmente, isso tende a confundir o corpo de Cristo sobre o ensinamento fundamental de que Ele voltará, como prometeu, e nos levará à casa de Seu Pai – conforme João 14.1-3 e muitas outras passagens das Escrituras.

Pessoalmente, creio que este é o motivo pelo qual muitos crentes têm se desviado para o amilenismo ou para o pós-milenismo e até do midi-tribulacionismo para o pós-tribulacionismo. Estes são ensinamentos falsos sobre as profecias, que roubam a esperança dos crentes, ensinos baseados na falsa idéia de que as profecias não podem ser compreendidas. Isso leva à questão sobre como Apocalipse 1.3 pode ser cumprido – que a leitura do livro de Apocalipse será uma bênção – se não se pode entendê-lo? Assim, a promessa não pode ser cumprida! Por que Deus inspiraria as profecias na Bíblia a menos que elas sejam para nosso entendimento e edificação? Ele não as inspiraria! É por isso que creio que o sexto fundamento deveria ser a promessa de que Cristo irá manter Sua palavra e a palavra dos discípulos, voltando um dia, como o apóstolo Paulo escreveu:

Por que Deus inspiraria as profecias na Bíblia a menos que elas sejam para nosso entendimento e edificação?

Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (1Ts 4.13-18).

Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção. Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir da incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir da imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1Co 15.50-58).

Estou no ministério do Senhor há 65 anos e tenho observado que aqueles que têm essa “bendita esperança” na Sua volta, e aquelas igrejas que se posicionam e pregam sobre Sua volta como uma doutrina fundamental de sua vida e de sua igreja, possuem um fogo em seu coração para ganhar outros para Cristo. Esta verdade tem um efeito sem precedentes sobre aqueles que lêem, estudam e pautam o curso de suas vidas através desses ensinos. Eles vivem uma vida mais evangelística e ficam na expectativa de se encontrarem com o Senhor nos céus. Um dia Deus dirá a Seu Filho, o Senhor Jesus, aquilo que o escritor de hinos cunhou em sua grandiosa canção sobre a Segunda Vinda: “Estes são os dias de Yahweh. (…) Filho, vá reunir os meus filhos!” (Tim LaHaye – Pre-Trib PerspectivesChamada.com.br

Nota:

1. Belz, Joel. “The New Fundamentalists” [Os Novos Fundamentalistas], WORLD MAGAZINE, 28 de janeiro de 2012, p.

Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite dezembro de 2012

O Tempo de Deus e o Fortalecimento do Islamismo. Por Que?


No passado os babilônios tinham o seu calendário mas os Judeus o de Deus, conhecido por Daniel: “Sabe e entende Daniel: Desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sessenta e nove semanas; …depois será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, … e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.”

No fim dos tempos o abominável: “Proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos, e a Lei; e eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade dum tempo”

Nas mãos de quem os judeus serão entregues? Você sabia que o único povo na terra que intercede pelos judeus são os verdadeiros cristãos? Você sabia que os verdadeiros cristãos breve serão tirados da terra? E quando isso acontecer, qual será a maior religião do mundo? Quem estará aqui para interceder por Israel?

Notícia recente:

Muçulmanos estão crescendo em número mais rápido do que qualquer outro grupo religioso no mundo. Sua atual taxa de crescimento é quatro vezes maior do que a dos Cristãos. De acordo com uma pesquisa recente, os que praticam o Islã hoje formam quase um quarto da população mundial com 1.7 bilhões de membros. A Europa está rapidamente se transformando no que alguns chamam de Eurábia, e logo estará sob o poder e o controle do Islã. A matemática mostra que tudo é uma questão de tempo.

Enquanto isso a Irmandade Muçulmana estabelece um plano para, em cinco anos, implantar um califado islâmico em todo o Oriente Médio e Norte da Africa e declara: A Turquia é a capital do califado islâmico e o ministro Erdogan o príncipe do povo que há de vir. O líder espiritual mais proeminente para a Irmandade Muçulmana Sheikh Yusuf al-Qaradawi, declarou que a Turquia é o lugar onde o Califado será estabelecido.

califado

No passado, através da Turquia, os muçulmanos reinaram muitos séculos (impérios Bizantino e Otomano) sobre muitas nações e querem reinar novamente.

Estado Islâmico em Crescimento

Dia 13/02/15: “Gritos em todas as casas” da aldeia El-Aour: A decapitação de 21 homens egípcios, todos cristãos coptas, pelo grupo terrorista Estado Islâmico, chocou o mundo, mas foi sentido com particular dor em El-Aour. Era desta pequena aldeia do Egito, construída nas margens do rio Nilo, que vinham 13 dos 21 homens assassinados.

Os “soldados” do Estado Islâmico divulgaram um vídeo estarrecedor, cujo título era: “Uma mensagem assinada com sangue para a nação da cruz“. Eles se referem à cristandade.

As imagens no vídeo mostram os “soldados” vestidos de preto e os reféns usando um uniforme laranja idêntico ao de outros reféns degolados anteriormente pelo Estado Islâmico. De mãos amarradas nas costas, os cristãos coptas são conduzidos em fila à beira do Mar Mediterrâneo, na costa da Líbia, e obrigados a se ajoelhar. Antes de ser degolados, vários deles aparecem movendo os lábios em oração.

Dois irmãos, um de 25 anos e outro de 23, estavam juntos e oravam e diziam: “Haverá martírio até a volta de Jesus!”. O vídeo, ao final, mostra o Mar Mediterrâneo manchado com o sangue dos da Cruz, segundo definição dos “soldados” islâmicos.

Enquanto isso uma aproximação se consolida, ao longo dos anos, entre os líderes das duas religiões:
a) em maio de 2001, o Papa João Paulo II visita a Turquia e beija o Alcorão na Mesquita, em Istambul;
b) em novembro de 2006, o Papa Bento XVI, descalço, visita o líder dos muçulmanos na mesquita Sultão Ahmet (azul), a mais bela e mais popular de toda a Turquia;
c) em 29set14, o Papa Francisco se torna o terceiro pontífice a entrar numa Mesquita, em Istambul, depois de João Paulo II e Bento XVI. Na Mesquita Sultão Ahmet, uma das mais importantes de Istambul, entrou descalço, ouviu passagens do Alcorão, e rezou …

Papa Francisco reza na mesquita

 

 

 

 

 

Que tempo é esse?

Há uma grande possibilidade de que o anticristo seja um líder muçulmano aliado a um falso profeta romano…

Diz a Bíblia Sagrada em 2 Coríntios 6.15   “Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?”

Maranata, Senhor Jesus

Dom Irrevogável


PERGUNTA 

Acho esse blog muito bom e as respostas são sempre baseadas na Bíblia, mas lendo uma resposta para a Simone, fiquei em dúvida. Na resposta o pr disse que o Espírito Santo não pode se apartar em hipótese nenhuma de uma pessoa, que Ele é obrigado a conviver conosco, mesmo quando o entristecemos e pecamos. Vou deixar meu ponto de vista e depois gostaria de ter uma explicação a esse respeito. 

Acho que o Espírito Santo não é obrigado a conviver conosco. Nós que servimos a Deus, somos o Templo do Espírito Santo de Deus, logo Ele habita dentro daqueles que o amam e o servem com prazer, em espírito e em verdade. Porém, quando uma pessoa peca deliberadamente, ou seja, tem consciência de seu pecado e mesmo assim persiste no pecado, sem se arrepender e mudar de vida, o Espírito Santo se afasta dessa pessoa, sai dessa pessoa, porque a pessoa deixou de ser Templo do Espírito Santo de Deus. 

O Espírito Santo pode continuar em uma pessoa que peca involuntariamente, que peca mas se arrepende e se esforça para tentar ser nova criatura, mas se a pessoa não se arrepende, se peca voluntariamente, sabendo que está contrariando a vontade de Deus, aí penso que o Espírito Santo de Deus pode sim se retirar da pessoa, se apartar da pessoa. 

Por exemplo: uma pessoa pode num momento de descuido, vulnerabilidade, cair em tentação e pecar, mas depois do pecado, a pessoa pode se arrepender, pedir perdão e misericórdia a Deus e assim alcançar perdão de Deus e assim continuar tendo o Espírito Santo em sua vida, continuar sendo o Templo do Espírito Santo. Esse é meu ponto de vista, baseado em leituras, pregações. Concordo com a parte em que diz que o Espírito Santo se entristece conosco, quando pecamos e ferimos sua Santidade, mas creio que Ele só fica conosco, habitando em nós, quando pecamos e reconhecemos nossos erros e tentamos mudar de conduta, porque somos pecadores e pecamos sempre, mas a pessoa que peca deliberadamente, sabendo que está pecando (adultério, prostituição, idolatria, avareza, calúnia etc.) e permanece no pecado, sem se arrepender e até gostando e amando a vida de pecado que está levando, com o tempo o Espírito Santo se aparta. Gostaria que me esclarecesse esse assunto. Tatá

 

RESPOSTA 

Irmã Tatá, que a graça e a paz do Senhor Jesus esteja contigo. Sua interpretação está correta no que se refere à pessoa que peca deliberadamente e não se entristece com isso e nem deseja mudança de vida. Para essas pessoas poderíamos questionar se, de fato, elas são nascidas de novo. 

Quem não é nascido de novo não é templo do Espírito Santo e, portanto, o Espírito Santo não está nele. Apenas o espírito humano, o qual anseia por um quebrantamento da alma daquela pessoa. Mas a alma fala mais forte que o espírito dela e assim, prevalece, por meio da carne. 

Mas, para aqueles que são nascidos de novo, nascidos do Espírito, não há como o Espírito se afastar delas, mesmo que elas ainda pequem deliberadamente. Sim, porque há crentes carnais, segundo afirma o apóstolo Paulo, mesmo salvos, porém ainda crianças em Cristo (1 Co 3:1-3) 

Sabemos que os dons de Deus são irrevogáveis e o Espírito Santo é o Dom maior que Deus poderia derramar sobre uma pessoa. Portanto, aquele que tem o Espírito Santo de fato, mesmo que ainda permaneça no pecado, ainda assim o Dom do Espírito não lhe é retirado. Essa pessoa entristece o Espírito, mas a não ser que venha a blasfemar contra o Espírito, todo pecado lhe será perdoado. Claro, ela sofrerá disciplina da parte de Deus, sofrerá consequências das suas decisões e atos, mas o Espírito não lhe será retirado, pois os dons de Deus são irrevogáveis (Rm 11:29). 

Essas pessoas, à medida que perseverem em andar com Cristo, irão sendo gradativamente santificadas, num processo contínuo, pela ação do Espírito Santo nelas. 

Espero ter me feito compreender e oro ao Senhor que nos guarde do mal e das tentações, em Nome de Jesus.

José Adelson de Noronha

O Homem Cheio do Espírito e a Palavra de Deus


José Mateus

www.reavivamentos.com

Pensa-se que uma pessoa cheia do Espírito é sempre alguém que pode prescindir da Leitura e compreensão da Palavra de Deus ocasionalmente. Na verdade, não haverá ninguém que necessite mais dela para sobreviver que um verdadeiro Filho do Reino cheio de graça e de poder (poder para viver e não apenas para fazer milagres!)

Existe uma grande diferença entre ser reprovado por Deus e ser-se rejeitado por Ele. A reprovação em Deus vem junto com correcção, pois faz em nós e de nós algo distinto quando Ele pega em algo que não aprova, desde que sejamos ardentes na disposição de coração que advém de se estar bem com Deus, estar certo e ser-se santo acima de tudo. Não podemos temer ser rejeitados por Deus sempre que somos reprovados, pois é Ele quem não aceita curriculum, antes corações que O querem tal qual Ele é. “Sobre a minha torre de vigia me colocarei e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que me dirá e o que eu responderei quando for repreendido”, Hab.2:1.

A melhor maneira de deixarmos de ser teimosos, é termos razão. Sendo assim, calar-nos-emos e Deus fará resplandecer a nossa justiça. Quem tem razão precisa de muito poucos argumentos para se defender ou para se fazer ouvir, pois o justo é ouvido, mas, não somente através das suas palavras. É ouvido através de sua justiça. Temos um Deus dono da verdade que justifica os verdadeiros e o Qual faz brilhar a verdade mais que o verdadeiro, para glória de Deus. Se não tivermos razão, só deixaremos de ser teimosos colocando-nos lado a lado com a verdade ao invés de competir com ela. É uma honra Deus ser tido como certo de um jeito ou do outro, ou transparecer como Ele é pelos justos ou pelos injustos.

(www.reavivamentos.com)