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Trabalhadores da Seara


Agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei. Proclamei as boas-novas de justiça na grande congregação; jamais cerrei os lábios, tu o sabes, Senhor. Não ocultei no coração a tua justiça; proclamei a tua fidelidade e a tua salvação; não escondi da grande congregação a tua graça e a tua verdade” (Sl 40:8-10).

Estes são alguns dos trabalhadores da seara do Senhor que foram a Macaé, RJ, anunciar o Evangelho da salvação pela Graça aos operários da construção civil. Muitos outros ficaram, orando, intercedendo e ofertando. Oramos para que o Senhor recompense a cada um, segundo a riqueza de Sua Graça, em Nome de Jesus.

A Nossa Páscoa


Jesus Crucificado

José Adelson de Noronha

 

“As palavras do Senhor são palavras puras, prata refinada em cadinho de barro, depurada sete vezes. Sim, Senhor, tu nos guardarás; desta geração nos livrarás para sempre. Por todos os lugares andam os perversos, quando entre os filhos dos homens a vileza é exaltada” (Salmo 12:6-8).

 

Jesus é o Verbo, a palavra de Deus. Palavra pura, vinda diretamente do Trono para os homens na terra. Jesus veio como homem, feito do pó da terra e tornou-se também, assim como nós, um vaso de barro, moldado para servir ao Reino, segundo a vontade do oleiro, o Pai. E durante a sua vida terrena, humana, Jesus viveu e serviu sem pecar, puro, sem dolo, engano, maldade. Aleluia!

 

Mas chegada a hora, na Páscoa, aquele vaso de barro tornou-se um cadinho no fogo. Ali na cruz, no monte Calvário, Jesus foi humilhado por todos, rejeitado pelos que abençoara, escarnecido pelas autoridades religiosas, civis e militares, moído em seu corpo pelas minhas incontáveis transgressões, tornado maldito pelo meu pecado, só e único em todo o universo! Ali, nessas circunstâncias, Jesus pronuncia sete frases redentoras do homem mau, impuro, iníquo.

 

Prata sete vezes refinada em cadinho de barro. Prata purificada pelo sofrimento. Na cruz do Calvário Jesus não acusa ninguém, mas abençoa. Jesus redime a humanidade com suas palavras. Do mais justo ao mais pecador. Do mais íntimo ao mais desconhecido. Jesus, morrendo horrivelmente, ensina-nos a perdoar, a amar, a servir e a confiar de forma absoluta no Pai, mesmo quando todas as circunstâncias são contrárias.

 

Sete frases na cruz:

  1. Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34);
  2. “Mulher, eis aí o teu filho”… “Eis aí tua mãe” (Jo 19:27);
  3. “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” Lc 23:43);
  4. “Tenho sede” (Jo 19:28);
  5. “Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes? (Mc 15:34);
  6. “Está consumado” (Jo 19:30);
  7. “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23:46)

 

No espaço de três horas, em apenas sete frases depuradas pelo sofrimento indescritível, Jesus nos perdoa, ensina-nos a servir uns aos outros em família, revela a salvação exclusivamente pela Graça, mostra que é homem, barro como todos nós e dependentes do Pai e do Espírito Santo. Também consumou completamente a minha, a sua, a nossa salvação e confiou (manifestou fé absoluta) no poder do Pai para salvá-lo, redimi-lo e ressuscitá-lo das trevas.

 

Agora então podemos viver na absoluta certeza de que não há mais condenação sobre nós e que é o próprio Senhor que nos guarda e nos livra da vileza das acusações de satanás. Os perversos (satanás e seus anjos maus e espíritos imundos) estão ainda no mundo, andam por todos os lugares, inclusive nos lares cristãos, nas igrejas e ministérios, mas está chegando o dia em que o Senhor vai nos tirar dessas trevas e nunca mais seremos alvos dos iníquos e nunca mais seremos tentados.

 

Para sempre estaremos livres do mal. Em nós e ao nosso derredor. Demos graças a Deus por Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo! Ele é a nossa Páscoa! Aleluia!